Terça-feira, 30 de Julho de 2013

The Everywheres - Slow Friends vs The Everywheres


Os The Everywheres são Samuel T. Hill, Shannon MacDonald, Curtis Rothney e Nicholas Hanlon, um quarteto de Halifax, na Nova Escócia e que começa a obter um certo reconhecimento no universo sonoro alternativo. Slow Friends, lançado no passado dia catorze de março e o homónimo The Everywheres, lançado a vinte e seis de junho, são os dois trabalhos discográficos que já constam do cardápio sonoro deste coletivo. Ambos foram lançados por intermédio da Father/Daughter Records e estão disponíveis pelo preço que quiseres no bandcamp da banda.

Os The Everywheres começaram a fazer música no verão do ano passado e pelos vistos com bastante empenho e, tendo em conta o conteúdo sonoro dos dois álbuns, uma notável criatividade. Não é muito natural o lançamento quase em simultâneo de dois trabalhos, ainda por cima de um grupo que se está a estrear.

Parece-me haver um certo descomprometimento, quanto a mim saudável, de não querer ficar  espera da reação do público antes de sugerir mais uma fornada de canções, ou então houve um feliz aproveitamento do sucesso de Slow Friends. Seja como for, estes dois trabalhos caberiam perfeitamente num duplo álbum, já que são bastante parecidos sonoramente e firmam com solidez a sonoridade dos The Everywheres.

Melhor do que a minha descrição da sonoridade dos The Everywheres, que vai buscar bastante influência à pop e à psicadelia dos anos setenta, será, sem dúvida, a escuta atenta destes dois discos, possivel, como já referi, no bandcamp do grupo. Espero que aprecies a sugestão...



autor stipe07 às 22:21
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Curtas... CXX

Os Flower Drums vÊm de Perth, na Austrália e são um coletivo apaixonado pela indie pop lo fi que se cruza com a psicadelia, criando uma espécie de sonoridade chillwave, retro e inspirada, de acordo com a banda, na ficção científica dos anos oitenta. Swim Down, disponível gratuitamente, é o primeiro single já conhecido de um disco de estreia que deverá chegar até ao final do ano. Confere...

 

Uma das etiquetas mais conhecidas de Orlando, na Flórida, é a Relief In Abstract Records e Fortune Howl, um artista local, uma das suas maiores apostas em 2013. Este músico, que baseia a sua sonoridade em experimentações eletrónicas na área da pop e da folk, lança hoje Earthbound, o seu mais recente disco e Interzone Export é o primeiro single já conhecido. Clica na imagem e confere... 

 

Naturais de Los Angeles, as Deap Vally são Lindsey Troy e Julie Edwards, uma dupla feminina que faz um garage rock bastante musculado e inspirado, a fazer recordar outras duplas, nomeadamente duas mistas (White Stripes e The Kills) e uma masculina (The Black Keys). Bad for My Body é o primeiro single retirado de Sistrionix, o disco de estreia das Deap Vally, um trabalho que chegará às lojas em outubro. Confere o tema via SPIN.

 

Glue Trip é uma dupla brasileira formada por Lucas Moura e Felipe Augusto e que aposta na delicadeza dos sons e na composição de arranjos que nos levam numa viagem lisérgica e subtil pela sua música. Atentos à psicadelia e capazes de dialogar com a chillwave, os Glue Trip reforçam todas estas permissas em Lucid Dream, o mais novo e etéreo registo da dupla. Assente em camadas harmónicas de vozes e sons, o trabalho recorda a experimentação dos Tame Impala e pode obtido gratuitamente.


Realizado por Michael Cimino, Heaven's Gate é o nome de um aclamado filme Sci-fi realizado em 1980 e que ganhou uma Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes desse ano. Mas também é o nome de uma banda de Brooklyn liderada por Jess Paps e com uma sonoridade indie rock vintage, shoegaze e psicadélica. Drone é o primeiro avanço para Transmuting, o próximo disco dos Heaven's Gate, que chegará às lojas a vinte e quatro de setembro, via Inflated Records, estando o tema disponível para download gratuito na publicação online stereogum. Confere...


autor stipe07 às 18:58
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Fusing Culture Experience

É já esta quinta-feira que arranca o Fusing Culture Experience, um evento único que decorre de 1 a 4 de Agosto, na Figueira da Foz e vale bem a pena uma visita. Com uma programação totalmente nacional e com grandes nomes como: Orelha Negra, Linda Martini, Paus, Noiserv, HMB, António Zambujo, We Trust, Frankie Chavez, DJ Ride, Throes + The Shine, e muitos mais.

Para além da música, na gastronomia temos o Maior Workshop Culinário do Mundo, por Chakall, os showcookings móveis, os workshops, o mote "Gourmet de comer à mão" na zona gastronómica do recinto principal, para além de muito mais deliciosas actividades gastronómicas.
Na arte, há várias paredes da cidade que irão ser intervencionadas por diversos artistas urbanos, a exposição colectiva THE ART OF USING.THE BOX, a exposição de fotografia de Rui Gaiola, a exposição Multissensorial "Explode" dos The Gift, os mini docs do Canal 180, as curtas-metragens do Shortcutz Porto, os workshops de stencil, ilustração e dança e muito mais.
No desporto, destaque para o surf nocturno, o snowboard urbano, o surf adaptado, a bicicleta como meio de transporte principal no evento, entre muito mais actividades desportivas que irão decorrer ao longo do festival.

Esta é uma experiência de verão única em Portugal, através da fusão entre quatro áreas, Música, Arte, Desporto e Gastronomia, com a cidade e com o público.

O recinto principal é composto por uma praia privada, uma garagem transformada em galeria de arte, uma pista onde vai decorrer uma etapa do circuito nacional de snowboard urbano, uma zona lounge que receberá desde curtas-metragens a performances e 3 palcos, sendo um deles no Casino da Figueira.

Também a cidade vai ser alvo de transformações e fusões inusitadas que vão desde o Showcooking móvel, através de uma bicicleta, às intervenções urbanas de artistas como Mário Belém ou Kruella D’Enfer. No mercado municipal, o mote é a gastronomia em que o Peixe e o Arroz, tão característicos da cidade, se assumem como a base das várias actividades. Apareçam!

 

autor stipe07 às 17:32
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Curtas... CXIX

Basement Jaxx - What A Difference Your Love Makes

Os Basement Jaxx vão regressar aos discos com Music, um trabalho que chegará às lojas ainda antes do final de 2013. What a Difference Your Love Makes é o primeiro single já divulgado, um tema muito animado e cheio de groove, cantado por Sam Brookes e contagiado pelo house e com guitarras que parecem inspiradas nos Daft Punk. Confere... 

 

Below My Feet, um original dos Mumford & Sons, acaba de ter direito a uma excelente versão da autoria da dupla The Very Best & Seye. A curiosidade desta nova roupagem é que, sem pôr em causa a identidade do tema, Below My Feet deu origem a uma outra canção, devido à inserção, por parte de Seye (músico natural do Malawi), de elementos típicos de sonoridades étnicas. Recordo que a dupla já tinha feito o mesmo com Paper Planes, de M.I.A. e com Cape Cod Kwassa Kwassa, um original dos Vampire Weekend. Confere...

 

Shugo Tokumaru é um cantor, compositor e multi-instrumentista japonês, que se estreou nos discos em 2004 com Night Piece. Shugo faz parte dos japoneses Gellers, uma banda rock local, mas é famoso por criar toda a sua música, desde o processo de escrita das letras à composição melódica e aos arranjos e produção, passando pela interpretação e gravação dos instrumentos.

Video Killed The Radio Star, um original dos The Buggles e um dos temas mais conhecidos do universo musical, mereceu em 2011 uma soberba versão por parte deste músico, que agora partilho e que incluída num albúm de beneficiência intitulado Japan 3.11.11: A Benefit Album. Confere... 

 

Após uma pausa de seis anos em que fez mil e uma coisas, a esmagadora maioria delas pouco recomendáveis, ou então em que não fez coisa nenhuma, Pete Doherty está de regresso com os seus Babyshambles. Sequel To The Prequel, o sucessor de Down In Albion e terceiro disco deste grupo britânico, irá chegar às lojas no dia dois de setembro via Parlophone e Farmer's Daughter, o primeiro single já conhecido, mostra que Pete Doherty continua a propôr as mesmas particularidades líricas e sonoras a que nos habituou, trabalhadas em cima da blues e do rock clássico. Confere...

 

Os norte americanos Pop. 1280 estão de regresso com Imps Of Perversion, o hilariante novo disco desta banda de Nova Iorque. Human Probe é o mais recente single divulgado desse disco, uma pérola punk rock, hipnótica, potente e visceral, uma canção que merece toda a nossa atenção e que foi disponibilizada para download gratuito pela Sacred Bones, a etiqueta que vai lançar a rodela, já a seis de agosto. Confere...


autor stipe07 às 15:49
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Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

Big Deal – June Gloom

Depois do shoegaze romântico que a dupla Big Deal construiu em Lights Out (2011), o casal britânico Alice Costello e Kacey Underwood está de regresso com June Gloom, um disco onde as guitarras falam mais alto, como é audível no single Teradactol. June Gloom sai pelo selo Mute Records, casa dos Yesayer, Liars e outras grandes bandas do cenário independente.


Com referências que vão dos Dinosaur Jr a My Bloody Valentine, June Gloom está cheio de canções que explodem em várias doses de distorção. Alice Costello e Kacey Underwood eram apenas crianças quando Kim Gordon e Thurston Moore viviam a fase mais inventiva do Sonic Youth e, além das referências já citadas, o trabalho do antigo casal nova-iorquino também ecoa fortemente em June Gloom, um disco que reforça ainda mais a relação dos Big Deal com o shoegaze e amplia de forma cuidadosa tudo aquilo que o dupla apresentou na estreia.

Em Big Deal somos de algum modo convidados e entrar no íntimo do casal, no quarto onde eles coabitam e que está cheio de ruídos confessionais, já que o conteúdo do álbum parece ser bastante auto-biográfico. Há músicas que falam sobre o fim de relacionamentos (Chair) e a necessidade de crescer (Cool Like Kurt), assuntos que serão certamente partilhados pelo casal. E também há canções que dispensam a voz (Summer Cold), mas que não deixam, apesar dessa ausência, de nos mostrar um certo dramatismo que estará implícito ao quotidiano dos autores.

No geral, as canções de June Gloom estão devidamente estruturadas, em oposição ao maior anarquismo que se ouvia em Lights Out, algo que, por si só, não era, tendo em conta a sonoridade global desse disco, um defeito. O que acontece é que existe a tal ampliação e inflexão relativamente à estreia, com um trabalho agora menos focado na relação apenas entre a voz e a guitarra, para se abrir o leque a uma maior heterogeneidade instrumental.

June Gloom acaba por poder ser dividido em duas partes. Durante a primeira metade do álbum, cada canção é quase o oposto do que abasteceu a estreia, sendo o single Teradactol, um bom exemplo disso mesmo, com os lampejos de shoegaze e metal que ela carrega e que nunca se tinham escutado nos Big Deal. Há também músicas como Swapping Spit e In Your Car que revivem o rock alternativo da década de noventa. Depois desta agitação inicial, June Gloom transborda algumas referências e lembranças da estreia, mas a presença ativa da bateria e do baixo não deixam que se contrarie a tal inflexão e ampliação que descrevi. É como se a crescente explosão de sons e ruídos que se concentra na abertura do disco lentamente perdesse força e Costello e Underwood chegassem ao fim do álbum com menos gás, com o auge dessa curva descendente na atmosférica e suave Little Dipper, um tema que troca as guitarras por uma viola acústica, cheia de acordes simples. Por mais que Pg, a canção seguinte, recupere as guitarras, a dupla passa a evitar conscientemente o exagero, seguindo assim até aos instantes finais de Close Your Eyes, quando uma nova distorção poderá servir, se quisermos, para ligar a canção novamente ao princípio do disco.

June Gloom é um trabalho que parece, como já disse, ser uma espécie de narração de histórias concretas da vida em comum deste casal e serve como convite para a interação por parte do ouvinte com as experiências que são narradas e que podem, facilmente, ser comuns a outras vivências, sendo, por isso, um disco com o qual facilmente nos podemos identificar. Espero que aprecies a sugestão...

01. Golden Light
02. Swapping Spit
03. In Your Car
04. Dream Machines
05. Call And I’ll Come
06. Teradactol
07. Pristine
08. Pillow
09. Catch Up
10. Little Dipper
11. Pg
12. Close Your Eyes


autor stipe07 às 22:38
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Domingo, 28 de Julho de 2013

Divine Fits – Ain’t That The Way / Chained To Love


Na sequência do primeiro álbum lançado em 2012, o A Thing Called Divine Fits, o trio Divine Fits lançou há poucos dias, através da Merge Records, um EP single com duas canções em vinil de doze polegadas e também já as disponibilizaram também para venda digital pelo iTunes, a um euro cada. Os dois temas têm a típica sonoridade rock deste grupo natural de Los Angeles. Dois videos com as letras dos temas, Ain't That The Way e Chained To Love, também foram divulgados. Espero que aprecies a sugestão...

01. Chained To Love
02. Ain’t That The Way


autor stipe07 às 12:14
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Sábado, 27 de Julho de 2013

Hills Like Elephants – Feral Flocks

Lançado a vinte e três de março, Feral Flocks é o novo disco dos Hills Like Elephants e o sucessor de The Endless Charade, de 2012. Naturais de São Diego, os Hills Like Elephants são Sean Davenport (voz e teclas), Daniel Gallo (baixo), Andrew Armerding (guitarra), Juan Carlos Ortiz (bateria) e Greg Theilmann Key (teclas e guitarra). Feral Flocks foi produzido por Christopher Hoffee nos estúdios Chaos Recorders.


Da Califórnia continuam a surgir vários projetos que refrescam sonoridades antigas, com arranjos contemporâneos e uma visão mais atual do que de melhor se vai escutando no universo indie e alternativo. Os Hills Like Elephants são mais uma daquelas bandas fortemente influenciadas pelo sol da costa oeste, mas que, tendo em conta essa aposta vintage de cara lavada, em vez de virarem agulhas para sonoridades mais perto da surf music, vão antes bater  porta das pistas de dança, neste caso do glam rock misturado com a indie rock e a pop eletrónica, que teve em David Bowie um dos expoentes máximos e nos LCD Soundsystem de James Murphy fiéis seguidores. Estas são algumas das influências bastante presentes nesta banda e Feral Flocks, de acordo com alguma crítica que li, é um passo em frente relativamente à estreia, uma espécie de Motown with Drum machines, nas palavras de Sean Davenport, o líder do projeto.

Não é fácil levar a sério um grupo que tem em Ninjavitus como título do single de apresentação de um disco, mas a verdade é que este tema de abertura de Feral Flocks acaba por ser o grande destaque do disco e uma excelente apresentação do seu conteúdo sonoro. Para o mesmo efeito juntaria também Origami Lions, outra canção que sobressai. As dez canções do trabalho são animadas e constroem uma sequência sonora divertida, ligeira e agradável de ouvir, que cai sempre bem nestes dias mais quentes e solarengos. O próprio Sean Davenport afirmou recentemente que houve um declarado propósito na concepção de Feral Flocks de fazer um disco simples e directo (I’m not trying to be profound. If I wouldn’t say it to you at a bar, I won’t say it lyrically).

A audição do disco não renega as influncias que já referi e Feral Flocks acaba por ser um quadro sonoro pintado com as ideias atitudes e estilos dos anos setenta e oitenta, mas com a tal contemporaneidade instrumental. As melodias aditivas e as letras orelhudas, cantadas por uma voz várias vezes em falsete e modulada, que facilmente acompanhamos e que quase nos convidam a isso, juntamente com os samples, as batidas típicas de um disco sound lo fi, fazem deste álbum um bom exemplo de como frequentemente, na música, as fórmulas mais simples são as que melhores resultados criam.

Não haverá nos Estados Unidos muitas bandas com uma sonoridade parecida com estes Hills Like Elephants e que misturem com tamanha habilidade certos aspetos da brit pop mais antiga com detalhes eletrónicos e a soul, universos sonoros à partida pouco permeáveis. Mas a verdade é que este coletivo faz essa simbiose com uma apreciável mestria. Espero que aprecies a sugestão...

01. Ninjavitus
02. Splendor
03. Foreign Films
04. Mystifying Oracle
05. Luxury
06. Start A War
07. Origami Lions
08. Conversation Piece
09. Empty Auditoriums
10. Haunting Press


autor stipe07 às 10:52
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Sugiro... XXXIV


autor stipe07 às 09:49
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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

O Martim - De 5 em 7 Dias

Após a edição no início do ano de Em Banho Maria, já está disponível na íntegra para download, ao preço que quiseres, no bandcamp de O Martim, um EP com cinco canções com várias participações especiais e produzidas, misturadas e masterizadas pelo próprio no seu estúdio.

Desta vez o Martim não pegou em todos os instrumentos, nem gravou tudo sozinho em casa. O EP conta com António Quintino no baixo e nos arranjos de sopros, com João Pinheiro e David Pires na bateria, Iris Sarai nas teclas, Francisco Sales nas guitarras, António Bruheim no saxofone barítono, Diogo Duque no trompete e Mário Conguito Armândio no trombone. Martim apenas emprestou a sua excelente voz às canções e, tal como já disse, produziu o disco em casa. Com o computador e a placa de som às costas, Martim passeou pela cidade de Lisboa e arredores e foi gravar cada um dos músicos no seu local de trabalho. 
As músicas de De 5 em 7 Dias contêm os traços habituais da pop, do punk e do rock ligeiro, aos quais se acrescentam alguns detalhes típicos de universos mais quentes e tropicais. São temas que falam de relações e do desejo, de amores que nem sempre correm bem, de um quotidiano que a todos diz respeito e com o qual é fácil nos identificarmos.
Os dois maiores destaques do EP acabam por ser o homónimo De 5 em 7 dias e Faz o que tens a fazer, os dois singles deste mini-disco de verão de O Martim. O primeiro fala das exigências de uma relação, do perigo da rotina e de como é essencial uma reinvenção permanente para que ela resulte e o segundo é um tema que nos leva a refletir sobre o nosso próprio eu e se estamos dispostos a passar sempre despercebidos neste mundo e a ir sempre na onda ou se queremos assumir em pleno a nossa individualidade e a nossa liberdade pessoal.
De acordo com o press release que me foi enviado, o teledisco de De 5 em 7 dias, filmado na sala de estar e pensado por Martim e Filipe Casimiro e mostra-nos um resumo de cinco fases da deterioriação de uma relação. Cinco fases que são retratadas pelas actrizes Teresa Macedo, Maria Franqueira, Maria Ana Filipe, Inês Worm Tirone e Kaleigh Tirone. Um vídeo que conta também com a participação do mestre Francisco Sales, que não sai de casa sem se fazer acompanhar pela sua melodiosa guitarra. 

Quanto ao teledisco  de Faz o que tens a fazer, foi filmado com um telemóvel à prova de água pelo Martim e pela Joana Barra Vaz, num dia de praia na Costa da Caparica. Editado em casa do Martim, pelo próprio, conta com a participação de Francisco Vasconcelos, Joana Barra Vaz, James O´Brien, Luna Lune, Teresa Macedo e de um cão cujo nome não é sabido mas que se revelou um muito bom actor.

Uma referência final para a curiosa capa do EP, da autoria do conceituado artista Gonga. Espero que aprecies a sugestão...

De 5 em 7 dias cover art


autor stipe07 às 18:51
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Arca – &&&&&

 

Um dos produtores convidados  para participarem no processo criativo de Yeezus, o álbum de 2012 da autoria de Kanye West, foi Arca, um produtor de Nova Iorque e um dos artistas mais interessantes do cenário alternativo norte americano atual. O mais recente lançamento deste músico foi uma compilação de temas da sua autoria, uma mixtape chamada &&&&&, onde Arca brinca com os sons de uma forma muito peculiar e sua.

São pouco mais de vinte e cinco minutos de batidas e efeitos, vozes capturadas e sintetizadas, uma composição algo etérea e com uma base fortemente climática que praticamente nos coloca dentro de um universo muito próprio e criado pelo produtor. Desenvolvido em cima de catorze canções sublimes, o trabalho pode ser obtido gratuitamente na curiosa e criativa página do artista. Espero que aprecies a sugestão...



autor stipe07 às 10:53
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