Terça-feira, 31 de Julho de 2012

Especial Blur Live BBC 2 - Concerto integral

Esta noite os Blur tocaram em exclusivo nos históricos Maida Vale Studios da BBC Radio 2, num programa apresentado por Steve Lamacq. Em 57 minutos tocaram vários sucessos e algumas raridades. Confere... :)



autor stipe07 às 22:41
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Young Man – Vol. 1

Young Man é um projeto encabeçado pelo norte americano Colin Caulfield e Vol. 1, produzido por John McEntire, elemento dos Tortoise, e lançado recentemente pela Frenchkiss Records, um álbum que faz parte de uma triologia, iniciada em 2011 com Ideas Of Distance.

Este disco é então o segundo parágrafo e o meio de uma história maior, o que, por si só, sugere, no imediato, uma ideia de transição, mas também, ao mesmo tempo, de apogeu.

Diz-me a lógica que, num projeto do género, o melhor poderá estar no disco do meio, servindo  o primeiro para introduzir e o último para concluir. Não sei se foi tida em conta tal perspetiva por parte de Colin mas, e indo ao que realmente interessa, Vol. 1 assenta a sua sonoridade numa pop extremamente elegante e ao mesmo tempo frágil, algo bem audível no single Fate. A guitarra acústica faz-se ouvir em quase todas as canções, mas também se notam algumas influências do rock progressivo e a procura do comercial, quase sempre num ambiente intimista.

Colin é considerado um prodígio da índie pop e por isso não é de estranhar estarmos em presença de um disco sinuoso, por procurar diferentes rumos sonoros; Às vezes ouve-se algo nebuloso mas que depois, quase sem se dar por isso, torna-se radiante, tudo com um, às vezes inesperado, auto controle. Espero que aprecies a sugestão...Young Man - Vol.1

01. Heading
02. Thoughts
03. By and By
04. Do
05. Fate
06. Wasted
07. 21
08. Wandering
09. Directions


autor stipe07 às 13:42
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Segunda-feira, 30 de Julho de 2012

White Arrows – Dry Land Is Not A Myth

Os White Arrows são uma banda de cinco músicos natural de Los Angeles e lançaram no passado dia dia dezasseis de junho o disco de estreia; A rodela chama-se Dry Land Is Not A Myth e viu a luz do dia através do selo Votiv.

Para promover o disco os White Arrows começaram por lançar o single Get Gone, que, tal como o restante disco, com dez canções que passeiam por uma espécie de afrobeat um pouco pop, a fazer lembrar os Vampire Weekend mais nostálgicos e etéreos. A produção deste Dry Land Is Not A Myth ficou a cargo do coletivo RAC (Remix Artist Collective).

Além da já citada Get Gone, destaco também as canções Coming Or Going, Settle Down e I Can Go, o segundo single de trabalho. Esta canção tem uma sonoridade um pouco mais índie e que ameaça explodir a qualquer altura; No entanto, os sintetizadores refreiam um pouco a crueza latente e deixam a música ainda mais bonita e melódica. A mistura destas várias influências não se restringe a esta canção, mas permeia todo o disco, o que resulta numa pop tropical, um pouco psicadélica e extremamente contagiante. Espero que aprecies a sugestão...

01. Roll Forever
02. Get Gone
03. Coming Or Going
04. I Can Go
05. Golden
06. Little Birds
07. Sail On
08. Getting Lost
09. Settle Down
10. Fireworks Of The Sea


autor stipe07 às 12:40
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Domingo, 29 de Julho de 2012

DIIV – Oshin

DIIV (lê-se Dive) é um novo grupo do nova iorquino Zachary Cole Smith, músico dos Beach Fossils e que tem como companheiros de banda neste projeto Andrew Bailey (guitarra), Devin Ruben Perez (baixo) e Colby Hewitt (bateria). Já há disco de estreia; Chama-se Oshin e viu recentemente a luz do dia através da Captured Tracks.

Zachary nunca foi um elemento de grande destaque dentro dos Beach Fossils. Embora seja o principal responsável pela sonoridade das canções lançadas por esse grupo, sempre pareceu algo distante e descomprometido, como se estivesse a guardar uma surpresa para os ouvintes e o verdadeiro ouro do talento que guarda dentro dele. DIIV parece ser a materialização dessa ideia até agora oculta, já que aqui vai muito além dos Beach Fossils em termos de exploração de horizontes musicais e incorpora um novo mapa de possibilidades e inspirações.

Dono de uma sonoridade menos hermética, aqui Zachary deixa-se envolver pelo garage rock, dialoga com a recente tendência surf rock que ocupa boa parte do panorama alternativo norte americano e até incorpora doses indiscretas de uma pop suja e nostálgica.

Uma primeira audição deste Oshin pode fazer-nos cair na tentação de comparar logo estes DIIV com os Real State, de New Jersey. No entanto, aqui a sonoridade é menos luminosa e mais distante da psicadelia, sendo a possibilidade de comparação mais evidente no cariz comercial de algumas composições, algo bem patente em It’s Real e a fantástica All The Same, duas canções feitas com guitarras reluzentes. Canções quase sem voz (Air Conditioning) e outras mais climáticas e experimentais (Earthboy), também sugerem pontos de encontro entre as duas bandas.

Acaba por ser quando as guitarras de Smith se deixam conduzir por sonoridades mais atmosféricas que há um maior acerto em Oshin, ainda mais quando elas se sobrepõem, sem exageros, a batidas com eco e vozes que parecem sair do fundo das canções, tudo de forma versátil e levemente próxima de um clima dançante; Este aspeto deverá ser do agrado tanto dos ouvidos mais exigentes, como de alguém que busca apenas um som leve, climático e com uma instrumentação cativante.

Ao que tudo indica, pelo menos enquanto Smith se revezar entre os Beach Fossils e esta nova banda, não é preciso muito esforço para perceber onde reside, como já disse o verdadeiro acerto deste músico. Os DIIV já nasceram com os dois pés bem firmes e seguros no chão, ou melhor, na areia da praia. A maturidade que se mistura com a jovialidade instrumental do grupo acaba por resultar numa mistura quase perfeita. Espero que aprecies a sugestão...

01. (Druun)
02. Past Lives
03. Human
04. Air Conditioning
05. How Long Have You Known?
06. Wait
07. Earthboy
08. (Druun Pt. II)
09. Follow
10. Sometime
11. Oshin (Subsume)
12. Doused
13. Home


autor stipe07 às 10:35
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Domingo, 22 de Julho de 2012

Curtas... XLII

Os britânicos The XX lançaram no passado dia dezasseis de junho o single Angels, uma amostra daquele que será o segundo álbum do grupo. O disco irá chamar-se Coexist e chega às lojas no dia dez de setembro. Produzido pelo membro da banda Jamie Smith, Coexist começou a ser gravado em novembro de 2011 e ficou pronto no passado mês de junho.

A guitarrista e vocalista Romy Madley Croft disse à NME que o novo material é uma evolução do grupo nos últimos anos: Espero que as pessoas gostem do disco como uma algo separado da estreia. O primeiro álbum existe, mas não estamos a tentar reproduzi-lo. Nós crescemos e evoluimos.

The XX - Angels

Aimee Mann está de regresso aos discos em 2012 com Charmer, álbum que verá a luz do dia a dezoito de setembro e que sucede a @#%&*! Smilers, de 2008. Charmer, o single homónimo, é a primeira canção já revelada e onde Aimee Mann mostra uma faceta mais pop; A canção é animada e cheia de sintetizadores e fala sobre pessoas que escondem segundas intenções e que são manipualdoras. Confere...

Ouvir Charmer

Tom Krell sabe como mexer com as nossas emoções. Responsável pelo projeto How To Dress Well, o músico prepara para o dia dezassete de setembro o lançamento do inédito Total Loss, segundo disco neste projeto que une o R&B e tiques lo fi eletrónicos no mesmo pacote. Depois de apresentar a excelente Ocean Floor For Everything, Krell volta agora com mais uma pérola do romantismo, Cold Nites, música que concentra as mesmas batidas e vozes emocionadas que arquitetaram o bem sucedido álbum de estreia deste músico, o triste Love Remains, de 2010.

 
Quase meio ano depois de terem lançado Mia Pharaoh os Miniature Tigers, um quarteto do Arizona, acabam de editar Truffles II, o segundo disco de covers da banda. Confere...

Miniature Tigers - Daniel (Elton John cover)

Miniature Tigers - Midnight With The Stars & You (Ray Noble)

01. Courtyard (Bobby Gentry)
02. I’ll Be There For You (The Rembrants)
03. Me And My Arrow (Harry Nilsson) (With Spinto Band)
04. Nina Pretty Ballerina (ABBA)
05. Ram On (Paul McCartney)
06. Daniel (Elton John)
07. I Should Have Known Better (The Beatles)
08. Baby It’s You (The Shirells)
09. Lolita (With The Roots)
10. Midnight With The Stars And You (Ray Noble)


Conforme anunciei em Curtas... XL, os The Antlers iriam regressar aos discos em 2012, com o EP Undersea e que sucede ao fantástico Burst Apart, de 2011. Confere...

01. Drift Dive
02. Endless Ladder
03. Crest
04. Zelda

 

 

Os britânicos Post War Years estão de regresso com Glass House, tema que faz parte de um EP homónimo lançado no passado dia dezasseis de julho. A sonoridade da canção é tipicamente indie, um registo algures entre Yeasayer e os Wild Beasts. Confere...

Post War Years - Glass House EP

01. Glass House
02. Brazil
03. Galapagos
04. Mirror (Roam)


autor stipe07 às 10:31
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Sábado, 21 de Julho de 2012

Black Market Karma – Cocoon

Depois de Comatose, os Black Market Karma, uma banda de rock psicadélico natural de Londres, formada por Stan Belton, Mike Sutton, Sam Thompon Garido, Mat Salerno, Louisa Pili e Tom Parker. Estão de volta aos discos com Cocoon, disco editado no passado dia vinte e nove de junho, novamente através da Flower Power Records. À semelhança do disco anterior, a editora disponibilizou o álbum para download gratuito.

Cocoon não foge muito à linha sonora de Comatose e fez disparar ainda mais o burburinho à volta da banda no seio dos amantes do psicadelismo. Como já referi anteriormente, quando falei do primeiro disco, estes Black Market Karma têm a estranha capacidade de me fazerem procurar imaginar uma simbiose perfeita entre os norte americanos Black Rebel Motorcycle Club e os conterrâneos The Horrors. E digo estranha porque, aparentemente, seria impossível encontrar no mesmo invólucro sonoro o melhor de cada uma destas duas bandas, já que, ironicamente, até nem são muitos os detalhes sonoros que as afastam. No entanto, a subtileza com que estes Black Market Karma retiram o melhor que há da psicadelia, do shoegaze e do rock alternativo, com travos de folk e blues, permite-me ter a ousadia de visualizar esta fusão.

Assim, Cocoon mantém o som corrosivo e psicadélico, mas também incorpora belos momentos melódicos que vale a pena escutar com atenção. É um lote de canções que nos levam numa viagem surreal e hipnótica, mas consistente. Cada música parece ter sido criada por um instrumento diferente, com efeitos diferentes, o que dá um efeito um pouco flutuante ao disco, mas sempre com a tal consistência sonoroa descrita acima como bitola. Vozes etéreas, linhas de baixo bem vincadas, guitarras salpicadas com camadas de efeitos e uma bateria cativante, permitem que cada música tenha a sua própria nuvem de som. Espero que aprecies a sugestão...  

01. Wilter
02. Refusal
03. Dirty Water
04. Sole Abuser
05. Cocoon
06. If I Could
07. Violet
08. Hold Me Down
09. Neutral
10. Iono
11. Phase Out


autor stipe07 às 16:00
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012

Glen Hansard – Rhythm And Repose

O irlandês Glen Hansard é um já velho conhecido do universo musical e com algumas citações por cá, devido ao seu envolvimento no projeto The Swell Season, onde faz parceria com Marketá Irglova e de cuja discografia destaco a banda sonora de Once, que lhes valeu um óscar. Depois desse sucesso, a mesma entrou em pousio e cada um trilhou o seu caminho a solo; Marketá lançou Anar e agora foi a vez de Glen fazer o mesmo, um álbum intitulado Rhythm And Repose.

Glen e Marketá sempre se serviram da melancolia na dupla Swell Season, mas uma audição atenta percebia que a personalidade de ambos, um pouco distinta, ficava plasmada na forma como colocavam a voz; Enquanto Marketá era contida, Glen mostrava-se sempre mais expansivo, algo bem patente neste disco a solo, onde a temática do amor não correspondido e das paixões arrebatadoras permanece bem audível. A viola acústica, às vezes mais folk, outras eminentemente country e o apoio de outros instrumentos, criam um disco intimista onde se ouve um emaranhado de canções que nos transportam para bem longe, ao mesmo tempo que, havendo predisposição para isso, tocam fundo bem aqui, no nosso coração.

Às vezes sente-se falta da voz de Marketá e talvez Glen pudesse também ter seguido um pouco mais em frente e não se conformar apenas ao ambiente sonoro dos The Swell Season, como principal fonte de inspiração deste Rhythm And Repose. No entanto, estamos perante um disco obrigatório para quem é fã do músico e da sua obra. Espero que aprecies a sugestão...

01. You Will Become
02. Maybe Not Tonight
03. Talking With The Wolves
04. High Hope
05. Bird Of Sorrow
06. The Storm, It’s Coming
07. Love Don’t Leave Me Waiting
08. What Are We Gonna Do
09. Races
10. Philander
11. Song Of Good Hope


autor stipe07 às 13:21
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2012

The Artifacts – The Artifacts

Os The Artifacts são um banda de Nova Iorque que surgiu em 2011 e formada por Jon Wan (voz, teclados), Zoë Brecher (bateria) e Leo Cancelmo (guitarra). Acabam de se estrear nos discos com um homónimo produzido por Dave Jonze, disponível para download no bandcamp da banda, com possibilidade de doares um valor pelo álbum.

Uma primeira audição de The Artifacts pode não soar nada de extraordinário, mas estamos perante um disco cativante que depois se entranha. A sonoridade tem reminiscências dos Silversun Pickups, Weezer e Someone Still Loves You Boris Yeltsin e é bastante homogénea, com várias canções parecidas. A guitarra distorcida de Rainbows traz-nos lembranças do final dos anos noventa e This Way tem um piano interessantíssimo a guiar a canção.

Ouvir The Artifacts acaba por ser como entrar numa máquina do tempo; A natureza simplista e divertida da estrutura das canções deste álbum consegue evocar a nostalgia desses gloriosos anos noventa e fabricou nove canções sólidas e de elevada qualidade. Espero que aprecies a sugestão...

 01. Fools
02. Faces
03. Be Someone
04. Dedicated
05. This Way
06. Roam
07. Freak
08. Rainbows
09. Erase


autor stipe07 às 13:05
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2012

2:54 - 2:54

2:54 é o disco homónimo de estreia da banda britânica com o mesmo nome, uma dupla formada pelas irmãs Hanna e Colette Thurlow, que desde 2011 andava na mira dos ouvidos mais atentos do cenário alternativo da terra de sua majestade. Creeping, o primeiro single de 2:54, foi divulgado no passado mês de maio e aumentou ainda mais a excitação.

A sonoridade deste projeto flutua entre o rock alternativo da década de noventa e o garage rock atual e este disco de estreia apresenta versos confessionais e uma tonalidade agridoce que parece montada para hipnotizar o ouvinte. Estas 2:54 seguem os passos de uma série de artistas que cada vez mais se aproximam das guitarras sujas ecoadas há duas décadas e este álbum faz uma espécie de ponte entre os sons construídos no passado e as referências que permeiam a música alternativa atual. Dessa forma, elas surgem como uma espécie de Sonic Youth mais tímido e menos experimental, ou talvez uns The XX se eles resolvessem investir abertamente em distorções e deixassem de lado o clima intimista que tanto caracterizou o doce XX de 2009.

A exemplo dos Yuck, da dupla Big Deal e dos Tribes, os 2:54 fazem parte da nova leva de representantes do cenário britânico que resolveram afastar-se do pós punk que tanto caracterizou a música inglesa na década passada para investir em novas sonoridades distantes do clima denso que abasteceu o trabalho de tantos artistas do começo da última década, tendo fornecido ao shoegaze, garage rock, dream pop e diversas outras referências posteriores uma nova vida.

De maneira controlada, no decorrer deste álbum é possível encontrar duas vertentes distintas que o movimentam e o sustentam. A primeira relaciona-se com o uso de guitarras com acordes temperados pelo ruído e vocalizações fortes, algo bem patente em canções como Easy Undercover, o já citado single Creeping e principalmente na canção Sugar, onde é visível um peso maior por parte da instrumentação montada pela dupla e a necessidade de quebrar a força excessivamente atmosférica e amena que por vezes caracteriza o álbum.

Por outro lado, em canções como You’re Early e A Salute, as irmãs Thurlow abandonam a simplicidade e a crueza das formas para mergulhar em composições mais elaboradas e climáticas, onde até cantam com um registo mais contido. 

Por mais que esta dupla até arrisque em alguns momentos, alcançando um ar sóbrio e um toque de maturidade que poucas vezes se observa numa estreia, o excessivo autocontrole acaba por acorrentar este 2:54 a algo um pouco básico e superficial. A qualquer instante Hanna e Colette até poderiam atingir algo mais rico e amplo em determinada canção, mas optam sempre pelo controle. Talvez estejam a guardar alguns trunfos ara uma edição posterior que poderá garantir que esta banda é mais do que uma simples aposta e veio, de facto, para ficar. Espero que aprecies a sugestão...

01. Revolving
02. You’re Early
03. Easy Undercover
04. A Salute
05. Scarlet
06. Sugar
07. Circuitry
08. Watcher
09. Ride
10. Creeping


autor stipe07 às 13:20
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Terça-feira, 17 de Julho de 2012

Curtas... XLI

Acaba de ser editado um EP de Andrew Bird intitulado Give It Away, single retirado de Break It Yourself, disco lançado por este músico e compositor canadiano no passado dia seis de março. O EP inclui, além de Give It Away, outros três inéditos. Confere...

01. Give It Away
02. Danse Carribe (Barn Sessions)
03. So Much Wine
04. Tarrytown Mess

 

Os The Killers estão de regresso aos disco e lançaram recentemente Runaways, primeiro single retirado de Battle Born, o quarto álbum da banda e que deve chegar às lojas no dia dezassete de setembro.

Battle Born conta com a produção de Stuart Price, Steve Lillywhite, Damian Taylor e Brendan O’Brien. O título do disco foi escolhido pelo vocalista Brandon Flowers, sendo uma referência ao apelido do estado norte-americano de Nevada, onde o músico nasceu.

 

Autora de W H O K I L L, um dos trabalhos mais completos e inventivos do último ano, Merrill Garbus (dos Tune-Yards) aproveita as horas vagas para mostrar de onde vem grande parte das influências que definem sua obra. Convidada para participar no projeto Africa In Your Earbuds, realizado pelo site Okay Africa, a cantora preparou uma seleção apenas com pérolas da música pop africana de diferentes países, com canções que de uma forma ou outra aproximam a obra da artista norte-americana do continente africano. Com quase trinta minutos de duração, o set pode ser adquirido abaixo gratuitamente. Aproveita...

AFRICA IN YOUR EARBUDS #22: tUnE-yArDs by okayafrica

 

Observations, o novo álbum dos The Raveonettes será lançado oficialmente no início de setembro, mas até lá o casal Sune Rose Wagner e Sharin Foo já prepara o terreno com a divulgação de uma série de novas canções. Depois da canção que dá título ao disco, apresentada ao final do último mês, chega a vez da dupla lançar She Owns the Streets, canção que mantém no toque lo-fi um complemento que aproxima a dupla de uma tonalidade inédita dentro da rica trajetória da banda.  A preferência deve-se manter no novo álbum, visto que a última canção lançada pela banda mantém a mesma proposta. O último disco lançado pelo grupo tinha sido Raven In The Grave, lançado em 2011. Ficam os dois singles...

The Raveonettes, She Owns the Streets by dance yrself clean

 

Ao que tudo indica a pop nostálgica da dupla Piper e Skylar Kaplan dos Puro Instinct deve ter continuidade. Depois de um primeiro disco estranho e envolvente, o excelente Headbangers In Ecstacy, de 2011, estas duas irmãs dão continuidade ao mesmo som esvoaçante que preencheu o primeiro álbum e estão a desvendar novas e ainda mais apaixonantes canções. Em Dream Lover, o mais recente lançamento desta dupla temos mais uma proposta que se estende das vozes leves à instrumentação despretensiosa. Confere...

*Dream-Lover* by puroinstinct


autor stipe07 às 22:43
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