Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

Os Discos de 2011 (10-01)

10 - Bill Callahan – Apocalypse

Cada tema em Apocalypse é um capítulo tocante, quente e directo ao coração. As paisagens e o lirismo narrativo completam um  ambiente tradicional onde só faltam os veados a saltitar pelos bucólicos campos verdejantes. O apocalipse musical certamente nunca acontecerá com discos assim.

 

9 - Canon Blue - Rumspringa

As músicas são quase todas uma espécie de sinfonia onde se explora quase ao limite as possibilidades de harmonização e, em termos de escrita, as possibilidades líricas, resultando numa espécie de efervescência sonora extravagante infinita e intrincada; Pessoalmente, ao ouvi-las foi como se estivesse a fazer o roaming de um mundo sonoro onde nunca estive antes.

 

8 - Los Campesinos! - Hello Sadness

Um disco carregado de composições puras encantadoras e delicadas e cuja sonoridade vai do épico ao melancólico, mas sempre com uma vincada e profunda delicadeza.

 

7 - Metronomy – The English Riviera

Uma colorida coleção de canções e que usa a eletrónica como principal ferramenta na construção das mesmas, numa lógica sonora que tem feito escola desde a alvorada dos oitentas. No entanto, existe um elevado toque de modernidade, desconvocando uma possível agenda de revivalismo, ou seja, o toque e o perfume dessa década estão lá, mas o som é bastante atual, original e maduro.

 

6 - Radiohead – The King Of Limbs

Ouve-se este disco e fica-se na dúvida relativamente ao que poderá vir a seguir. Aqui não há certezas nem linearidade absoluta; Apenas quatro músicos que se juntaram para, em pouco mais de vinte anos, comporem o melhor rock alternativo da história da música, ao qual poderás apensar todos os outros estilos musicais que te apetecer porque serão certamente válidos.

 

5 - The Horrors – Skying

Se há bandas que atestam a sua maturidade pela capacidade que têm em encontrar a sua sonoridade típica e manter um alto nível de excelência ou, no limite, regularidade nos seus lançamentos tendo em conta o campo sonoro que auto delimitaram, os The Horrors encaram a sua maturidade na capacidade constante que demonstram de mutar a sua música, fazendo deles talvez hoje o maior grupo inglês em atuação.

 

4 - The Black Keys - El Camino

Todas as onze músicas são singles em potência, com refrões bastante audíveis e que se tornam viciantes. Este disco marca a entrada em grande estilo dos The Black Keys na primeira divisão do campeonato indie e alternativo e prova que se o rock estiver em boas mãos tem capacidade que sobra de renovar-se e quantas vezes for necessário.


3 - The Envy Corps - It Culls You

Talvez quando se tornarem grandes, possa ser feita alguma justiça ao meu trabalho de divulgação de novidades do cenário musical alternativo. E mais não digo...

 

2 - My Sad Captains - Fight Less, Win More

É um álbum sonoramente pouco imediato e que pode precisar de alguma persistência para se tornar familiar, mas não duvidem que merece ser degustado devidamente. Chamem-me exagerado, precipitado, demasiado emotivo e repetitivo, cataloguem-me como quiserem, critiquem inclusivé a minha aparente facilidade em exacerbar nos elogios muitas das bandas que apresento... No entanto, garanto-vos que estes My Sad Captains vão ser um dia grandes...

 

1 - R.E.M. - Collapse Into Now

Depois desta despedida, só espero poder cá estar outros 30 anos para continuar a ouvi-los com a mesma emoção, dedicação e paixão, a fazer deles a principal banda sonora da minha vida e a contar com as letras de Michael Stipe para me ajudarem a conseguir expressar muito do que guardo dentro de mim.


autor stipe07 às 22:28
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

Os Discos de 2011 (20-11)

De todos os discos que ouvi em 2011, felizmente não foram só vinte os que me impressionaram positivamente e que serão ouvidos com prazer durante muito tempo. A escolha não foi fácil e só espero que a mesma dificuldade se mantenha no final de 2012...

20 - Little Dragon - Ritual Union

Este disco mistura synthpop, trip hop e soul, juntamente com todo o gracejo pop tipicamente sueco, havendo aqui uma clara atração pela citada trip hop, a pender também para uma sonoridade mais amena e suavemente melancólica.

File:Little Dragon - Ritual Union album cover.jpg

 

19 - Wilco – The Whole Love

The Whole Love transporta um conjunto de canções que mantêm firme o traço de honestidade das composições da banda.

 

18 - Darkness Falls - Alive In Us

Recomendado para os fãs da pop obscura com referências ao som rock dos anos sessenta e início dos anos setenta. Não é um álbum fácil, mas para quem aprecia este género de cruzamentos e tem avidez por novidades que sejam mais valias, torna-se obrigatório ouvi-lo.

 

17 - Manicure - Grow Up

Gás na pedaleira e uma gritaria inclemente de alguém que parece pedir a plenos pulmões para ser surpreendido.

 

16 - Coldplay - Mylo Xyloto

Um disco belíssimo, que felizmente aproxima cada vez mais a banda de Parachutes e indevidamente injustiçado pela maioria da crítica que colocou nos seus ombros expetativas desmesuradas.

 

15 - Kasabian - Velociraptor!

O álbum mais consistente, melódico e maduro dos Kasabian.

 

14 - Snow Patrol - Fallen Empires

Ha neste disco algumas canções que vão continuar a manter acesa a chama da devoção e do respeito que nutro por esta banda fantástica e tão marcante para mim.

 

13 - Husky - Forever So

Estes Husky combinam com uma perfeição raramente ouvida a música pop com sonoridades mais clássicas. Pessoalmente, criaram em mim, através deste Forever So, um efeito devastador e senti o álbum como uma espécie de disco híbrido perfeito.

 

12 - dEUS - Keep You Close

Em cada audição somos recompensados com a descoberta de detalhes subtis que surgem e tingem o nosso cérebro.

 

11 - French Films - Imaginary Future

Os French Films conseguem juntar uma atmosfera sonora épica, positiva, sorridente e bastante dançável. Vale a pena ouvir o resto do disco, sem parêntesis e pausas, com uma atitude descontraída e jovial

 


autor stipe07 às 18:21
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

As canções mais votadas de 2011...

No Facebook de Man On The Moon as canções de 2011 mais votadas foram...

 

autor stipe07 às 15:17
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Sábado, 24 de Dezembro de 2011

Feliz Natal...

Desejo a todos os leitores de Man On The Moon um excelente Natal e, já agora, cheio de música nos sapatinhos. Eu contribuo com estas... Apareçam sempre e usufruam!

Mando Diao - Christmas Could Have Been Good

 

The Futureheads - Christmas Was Better In The 80s

 

The Raveonettes - The Christmas Song

 

The Kills - Silent Night

 

 


autor stipe07 às 12:35
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011

Beta Radio – The Songs The Season Brings EP

A banda folk norte americana Beta Radio, que sustenta a sua existência numa longa colaboração entre os músicos Benjamim Mabry e Brent Holloman, acaba de lançar The Songs The Season Brings, uma coleção de originais e clássicas canções de natal, mesmo a calhar para esta altura do ano. Este novo EP da banda demorou dois meses a ver a luz do dia e foi gravado em vários locais e diferentes ambientes, desde o normal estúdio, a quartos e outras divisões das habitações dos músicos, com o firme propósito de conferir autenticidade sonora às canções.

Ao longo do EP e como era de esperar nos Beta Radio, o banjo a guitarra e as harmonias folk tomam as rédeas das canções e criam um ambiente festivo e propício à quadra natalícia. A voz de Amanda Holloman, uma das convidadas do EP, cruza na perfeição com as vocalizações de Benjamim e dá um toque luminoso às canções. Além dela, ouve-se também as participações especiais de Theo Milojevich na bateria, Ed Sumpter no baixo, Maura Kropke no violino, Anna Griffith no trompete e do multi instrumentista Andy Stanfill. Será certamente uma boa proposta para durante alguns minutos o som ambiente da nossa ceia de natal colocar de lado os clássicos de várias gerações e recriar um ambiente diferente, retro e até mais divertido e informal. Poderás fazer o download gratuito do EP no Bandcamp da banda. Espero que aprecies a sugestão...

01. O Holy Night
02. The Song The Season Brings
03. Auld Lang Syne

04. The First Noel (Bonus Track)


autor stipe07 às 18:15
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011

Frank Turner - England Keep My Bones

Até 2005 Frank Turner, músico inglês nascido em Meonstoke, era vocalista da banda de post hardcore Million Dead. Nesse ano, e em boa hora, abandonou as guitarras para seguir uma carreira a solo numa sonoridade bem mais acústica. A vontade do músico em seguir uma linha menos agressiva e mais sofisticada já era antiga e em 2007 estreou-se nos discos com o bem sucedido Sleep Is For The Week. Nesse disco Turner não abandonou a voz forte e exuberante, nem a atitude típica de um verdadeiro um rockstar. No entanto, adaptou a folk de forma singular a estas caraterísticas e por isso recebeu inúmeras críticas positivas e foi mais um a mostrar que a música acústica também poderá ter uma toada punk. Hoje ele é um das figuras mais queridas da música folk britânica e já em 2011 lançou England Keep My Bones, que de acordo com a crítica que li é um registo mais cuidadoso e distante do hardcore que Turner compôs. Distante, mas não completamente desligado... Pelo menos assim me parece!

Neste England Keep My Bones, a voz poderosa de Turner impôe-se de imediato e nota-se nela uma vontade imensa de fazer hinos épicos, não só devido à forma como canta, mas também porque escreve letras apaixonadas e intensas. Isso fica muito explícito na canção à capella, English Curse, que mesmo sem instrumento algum, consegue ser uma das mais fortes do disco inteiro. Os violões expressivos e as gaitas estão sempre muito presentes e o ligeiro travo punk e hardcore ouve-se apenas na elétrica One Foot Before The Other, canção que parece um pouco deslocada no disco.

A sinceridade que o álbum passa ao ouvinte é um fato a reter e dá-lhe um imenso charme e carisma. Frases como rock ’n' roll would save us all, do single I Still Believe e there is no God, we’re all in this together, da canção final Glory Hallellujah, transmitem essa intensidade de Turner.

Com riffs bem colocados, England Keep My Bones ganha identidade e personalidade graças ao espírito único da música do compositor inglês, que não tem medo de experimentar e já provou que tem sido muito bem sucedido nisso.

Em suma, este disco prova que existe muito mais no folk do que melodias melancólicas e letras obscuras. Existe um lado enérgico, charmoso e carismático e refrões contagiantes. England Keep my Bones é um disco de identificação, empatia, perfeito para servir de pano de fundo para uma longa viagem de carro, por exemplo. É para apreciar a paisagem da estrada, sem pressa de chegar ao seu destino. Espero que aprecies a sugestão...

Eulogy
Peggy Sang The Blues
I Still Believe
Rivers
I Am Disappeared
English Curse
One Foot Before The Other
If Ever I Stray
WessexBoy
Nights Become Days
Redemption
Glory Hallelujah


autor stipe07 às 20:54
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

Slow Electric - Slow Electric

Os Slow Electric são um projeto musical que se insere essencialmente na área do jazz e que se formou com o propósito de atuar no Festival de Jazz da Estónia, em 2010, mas que acabou por não ficar por esse concerto. Liderado por Tim Bowness, também inclui na formação Peter Chilvers e o grupo estoniano UMA, formado pelo guitarrista Robert Jurjendal e pelo trompetista Aleksei Saks.

Tim Bowness inicia então aqui um novo projecto que só vem provar uma vez mais o glamour inigualável deste gentleman com uma voz nasalada bastante sedutora e intrigante. Slow Electric, o disco homónimo de estreia, é um álbum fabuloso e sensorial. É certo que só tem seis canções, mas são seis longas composições carregadas com uma densidade e ao mesmo tempo leveza sonora, difíceis de descrever. Assenta no uso de gravações de concertos, aos quais Bowness adicionou novas vozes e Chilvers contribuiu com teclados adicionais e atmosféricos. Além disso, conta com as ilustres participações especiais de Tony Levin dos King Crimson e Peter Gabriel em duas das canções.

Slow Electric foi produzido e misturado em Zurique, na Suiça, por Andi Pupato e lançado através da etiqueta Panegyric.  O design do belíssimo artwork é assinado por Carl Glover. Espero que aprecies a sugestão...

01. Towards The Shore / Towards An Ending
02. Criminal Caught In The Crime
03. Days Turn Into Years
04. Slow Electric Hum / Also Out Of Air
05. Another Winter
06. Between The Silent Worlds

http://slowelectric.wordpress.com/


autor stipe07 às 22:07
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|
Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011

Low Roar - Low Roar

Low Roar é o projeto a solo de um músico chamado Ryan Karazija, que depois de alguns anos em São Francisco, na Califórnia, a tentar dar vida à banda Audrye Sessions, decidiu atravessar o Atlântico e instalar-se em Reiquiavique, capital da Islândia. Finalmente aí conseguiu o seu momento Cinderela, sendo o frio mas inspirador ambiente local o sapato onde a sua música conseguiu encaixar. Assim, no passado dia um de novembro lançou o seu dico de estreia homónimo através da Tonequake Records.

Não sei se a culpa é do longo e rigoroso inverno, das paisagens rochosas, ou das águas das inúmeras nascentes que banham aquela ilha, mas há algo de incrível naquela atmosfera e que pelos vistos inspira decisivamente à criação musical. E depois de tantos anos de busca, parece que foi mesmo na Islândia que este artista introvertido mas cheio de talento, parece ter encontrado a sua redenção sonora. Cada canção deste Low Roar é uma tela brilhante, lentamente pintada com sons onde a música parece mover-se através de um ambiente carregado daquela típica neblina destas frias manhãs de inverno. A forma como ele toca viola neste Low Roar deixou-me impressionado, não só devido à musicalidade criada, como à intemporalidade da mesma e à centelha criativa que a sustenta. Destaco a sequência The Painter e Help Me, que parece-me ser o momento nevrálgico do álbum e onde outro ponto forte de Low Roar, que é a sua voz, eleva-se ao máximo da beleza intemporal, num registo a fazer-me lembrar os melhores momentos de Thom Yorke em Numb ou Street Spirit (Fade Out). Ryan é decididamente um especialista na criação de canções lacrimejantes e que transportam as nossas emoções para um estado emocional que pode parecer depressivo, à imagem dos conterrâneos Sigur Rós, mas que acaba por ser libertador.

Com o nosso inverno no seu clímax e um solstício à porta, ouvir este disco parece-me a banda sonora ideal para sentir o pulsar desta estação do ano em que vivemos, até por ser um álbum sombrio e melancólico, mas que também servirá para introspeção e relembrar-nos que um dia a primavera voltará a chegar. A única coisa que temos enterrado profundamente dentro de todos nós, e fora de vista, é o nosso coração; Low Roar fá-lo pulsar mais forte e aquece-o devidamente. Espero que aprecies a sugestão...

01. Give Up
02. Just A Habit
03. Nobody Else
04. Patience
05. Low Roar
06. Friends Make Garbage (Good Friends Take It Out)
07. The Painter
08. Help Me
09. Rolling Over
10. Puzzle
11. Because We Have To
12. Tonight, Tonight, Tonight


autor stipe07 às 21:19
link do post | comenta / bad talk | See the bad talk... (2) | The Best Of... Man On The Moon...
|
Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

Radiohead From The Basement II

E há mais duas novas canções dos Radiohead...

Hoje, data em que é editado o DVD From The Basement, resultante das sessões homónimas promovidas pelo produtor Nigel Godrich, também são editadas duas canções aí reveladas: The Daily Mail e Staircase. Relembro que já tinha dado conta deste lançamento no passado dia vinte de agosto e no Curtas XIII.

Mas a maior novidade do dia é mesmo saber-se que a banda está a ensaiar quatro ou cinco canções para os concertos do próximo ano, onde se inclui o Optimus Alive a 15 de Julho. À XFM, Ed O´Brien explicou que a banda quer manter-se criativa. E acrescentou: Temos novas canções, estamos a ensaiar quatro ou cinco esta semana, por isso vamos tentar levá-las para a estrada. É uma sensação muito boa.

Venham elas... E eles!

Radiohead - The Daily Mail

 

 Radiohead - Staircase (Live From The Basement)


autor stipe07 às 19:33
link do post | comenta / bad talk | See the bad talk... (1) | The Best Of... Man On The Moon...
|

Tiger Waves – Only Good Bands Have Animal Names

Os Tiger Waves são um duo de Austin, formados por James, cientista da NASA no Departamento de Física Teórica Cósmica, natural dessa cidade texana e e Reid, estudante de filosofia oriental nascido em Chicago. Ainda sem se conhecerem pessoalmente, começaram por trocar música pela internet, depois passaram a sons, maquetas de ruídos, até resolverem juntar-se e compor juntos. Dessa parceria, na primavera deste ano nasceram oficialmente os Tiger Waves que agora se estreiam nos discos com este inusitado Only Good Bands Have Animal Names, lançado no passado mês de junho.

Reza a lenda, certamente ajudada por várias subtâncias psicotrópicas pelos vistos não muito difíceis de encontrar na agência espacial norte americana, que depois de um acidente de autocarro, James, que foi atingido na cabeça, começou a acreditar que era ou Phil Spector ou Syd Barrett, dependendo do seu humor diário matinal. Por capricho, conheceu então na internet Reid e começaram a trocar emails em forma de mp3, fragmentos de canções, melodias escritas, progressões de acordes, batidas de tambor e assim por diante. Lentamente Reid foi empilhando todas estas camadas sonoras que de dia para dia deixaram de ser pedaços isolados de música e ficaram a parecer, cada vez mais, canções prontas.

Depois de se conhecerem juntaram harmonias às melodias, sons de guitarra distorcida e uma voz à Humphrey Bogart. Assim, estas canções com todos os seus antecedentes feitos de caos, espontaneidade e ironia, produto deste processo isolado e prolongado, deram origem a este Only Good Bands Have Animal Names.

O som é polido, bem trabalhado, há por aqui pop, surf rock e alguma psicadelia, cruzando a típica sonoridade dos Beach Boys, apimentada pela tal obsessão pelo já citado Phil Spector. Será certamente uma pena se estes Tiger Waves ficarem pela estreia. Pode ser que não, até porque depois do disco já editaram mais dois singles, Take Me Home e It Could Never Stop.  Assim, como estas duas canções, também Only Good Band Have Animal Names está disponível para download gratuíto no Bandcamp da banda. Espero que aprecies a sugestão...

E já agora, lembras-te de repente de alguma banda com nome de animal? 

01. Come Back To Me
02. Slow Loris
03. Down Down Down
04. Friends
05. In, Out, And Around
06. Magic Tricks
07. Funeral March
08. You Laugh Now
09. Radiant Apartment
10. Laughing All The Way
11. Accidents Are Bound To Happen
12. Best Coast


autor stipe07 às 19:22
link do post | comenta / bad talk | The Best Of... Man On The Moon...
|

eu...


more about...

Follow me...

. 51 seguidores

Powered by...

stipe07

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Parceria - Portal FB Headliner

Facebook

Man On The Moon - Paivense FM (99.5)

Em escuta...

Twitter

Twitter

Blogs Portugal

Bloglovin

Outubro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
13

18

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


posts recentes

Hamilton Leithauser – Hea...

Paperhaus – Are These The...

MGMT – Little Dark Age

Noiserv - Dezoito e ediçã...

Beck - Colors

Django Django – Tic Tac T...

Wild Beasts – Punk Drunk ...

Courtney Barnett And Kurt...

Noel Gallagher’s High Fly...

Fink - Resurgam

Black Rebel Motorcycle Cl...

The Clientele - Music For...

Liam Gallagher – As You W...

Cinnamon Tapes - Nabia

Time For T - Hoping Somet...

The Horrors - V

Deerhoof - Mountain Moves

Tomara - Favourite Ghost

Dear Telephone - Slit

Oh Sees - Orc

X-Files

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

tags

todas as tags

take a look...

I Love...

Os melhores discos de 201...

Astronauts - Civil Engine...

SAPO Blogs

subscrever feeds