Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011

DRC Music (Damon Albarn) com disco de estreia brevemente.

Damon Albarn, fundador dos Blur e dos Gorillaz e autor de uma ópera recentemente estreada, tem estado na Républica Democrática do Congo a trabalhar no seu novo projeto intitulado DRC Music, juntamente com o dono da XL Recordings, Richard Russell. Kinshasa One Two, o álbum de estreia desta parceria é lançado digitalmente a 3 de Outubro pela Warp Records e a edição física estará disponível no mercado a partir do dia 7 de Novembro.

O álbum foi criado para a Oxfam, uma organização britânica que visa o combate à pobreza e à desigualdade e tem como objectivo chamar a atenção para o sofrimento humano naquele país africano. Além de Russell, estiveram a trabalhar com Albarn produtores como Tottaly Enormous Extinict Dinosaurs, Dan The Automator (seu companheiro nos Gorillaz), Jneiro Jarel, Actress, Marc Antoine, Jo Gunton e Kwes.

O primeiro single Hallo, que conta com a participação especial dos músicos congoleses Tout Puissant Mukalo e Nelly Liyemge, já é conhecido, assim como outras três faixas do disco, podendo ser todas ouvidas na Página Soundcloud do projeto.

Entretanto e depois de goradas as expetativas de um novo disco dos Blur em 2011, parece que se confirma que em 2012 Damon Albarn, um dos músicos mais profícuos que conheço e que Man On The Moon acompanha com toda a atenção, deverá avançar para um registo em nome próprio.

Fica a tracklist de Kinshasa One Two, a capa extraordinária, o trailer do disco e as músicas já divulgadas;

DRC Music

01 Hallo [ft. Tout Puissant Mukalo and Nelly Liyemge]
02 K-Town [ft. N’Gotshima and Bebson]

03 African Space Anthem (A.S.A) [ft. Ewing Sima of Tout Puissant Mukalo]
04 Love [ft. Love
]
05 Lingala [ft. Bokatola System and Evala Litongo]
06 Lourds [ft. Yende Bongongo of Okwess International]

07 Respect of the Rules [ft. Loi X Liberal]

08 We Come From the Forest [ft. Bokatola System]
09 Customs [ft. Bokatola System]

10 Virginia [ft. Magakala Virginia Yollande and Yowa Hollande]

11 Ah Congo [ft. Jupiter Bokondji and Bokatola System]
12 Three Piece Sweet part 1&2 [ft. Bebson]

13 If You Wish to Stay Awake [ft. Washiba]
14 Departure [ft. Bokatola System]

 

 

 

 

 

 

autor stipe07 às 19:33
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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

Apresento os Cults...

Formados em 2010 na Universidade de Nova Iorque, os Cults são uma dupla formada por Brian Oblivion (nome de um personagem do filme Videodrome, de David Cronenberg) e Madeline Follin. São uma banda nova que todos deveriam ouvir o quanto antes e que a Gorilla vs Bear e a Pitchfork já citam com insistência. Foram igualmente um dos meus destaques ontem nos lançamentos da semana. Os dois, ambos com pouco mais de 20 anos, são da Califórnia e foram estudar cinema para a big apple; Começaram por editar um EP homónimo no final de 2010, no portal bandcamp, com três músicas; Entretanto foram adicionadas mais duas no portal quando o download deixou de ser gratuito. O EP explodiu com a força de um disco inteiro e abriu caminho para um sucesso espontâneo, consolidado no passado mês de maio quando lançaram o longa duração de estreia, também homónimo, através da gigante Columbia, disco esse que já ouvi.

A sonoridade dos Cults tem uma forte componente nostálgica e que agrega ruídos, tiques e melodias de várias décadas. Da música pop dos anos 60 e 80, do rock lo fi da década de 1990, passando pelo experimentalismo pop dos anos 2000, tudo funciona como um grande pano de fundo do trabalho do duo. A dupla personalidade também caracteriza os Cults, inscrita num estado sentimental indeciso, ora leve, ora devastado e bastante evidente, nomeadamente quando misturam o som sessentista com a dream pop da atualidade. A participação do engenheiro de som Shane Stonebeck (M.I.A., Vampire Weekend, Sleigh Bells), foi essencial para esta variedade de influências e para uma junção o mais harmoniosa possível de todas elas.

O primeiro grande destaque do disco é, sem dúvida, Go Outside; Para mim é a melhor canção do álbum e não será por acaso o seu primeiro single. É uma composição sustentada numa pop agridoce, mas que também contrasta com a sensação de leveza veraneante dos restantes temas do grupo. Uma caraterística linear a todos eles é o efeito abafado em cima da voz, que fica mais reclusa com a introdução dos instrumentos, com exceção de Rave On, cujo refrão é aparentemente cantado por uma multidão. Mas a batida pop e aditiva ressurge em Bumper e ajudada pela guitarra em Never Saw The Point. Estranhamente, a mesma introdução de Go Outside reaparece em Oh My God e Walk At Night; Apesar de aqui já não se ouvir o xilofone, a semelhança é demasiado notória.

Ao longo do disco a voz de Madeline vai sendo abastecida de arranjos de piano e xilofone e a sensação deixada por esses acordes e a voz dela faz-me imaginar um encontro entre My Bloody Valentine, The Cardigans e Best Coast. E nos momentos de maior experimentação, Oblivion e Follin soam aos Beach House, embora menos denso, mas mais pop e colorido. Most Wanted é um belo exemplo disso, uma faixa que se fosse carregada por abafadas doses de teclados e uma bateria opaca poderia facilmente ser encontrada nos já clássicos Devotion (2008) ou Teen Dream (2010).
Mesmo que existam alguns tiques que os puxem para a surf music, à medida que o álbum se desenvolve ampliam-se as perceções de uma instrumentação muito mais urbana; A canção Oh My God, que já citei acima, é um puro exemplar da pop oitentista recheado de doses expressivas de teclados e a delicada You Know What I Mean tem alguns toques mais sombrios, carregados de romantismo e um instrumental repleto de eco e sons que nos leva de volta aos anos 60. Esta faixa vem carregada por uma letra que não é mais do que uma enorme declaração de amor, que em conjunto com a sua condução instrumental gera uma emoção sincera e um provável tónico para as noites de solidão.

Resumindo, adocicado e amargo, o rock dos Cults compila sentimentos adolescentes de ternura e aflição, em canções feitas por cabecinhas juvenis que ainda estão a aprender a conviver com dias bons e maus e sons empoeirados que vão do dançante ao comovente. Espero que aprecies a sugestão...

1. Abducted
2. Go Out­side
3. You Know What I Mean
4. Most Wanted
5. Walk at Night
6. Never Heal Myself
7. Oh My God
8. Never Saw the Point
9. Bad Things
10. Bumper
11. Rave On


autor stipe07 às 19:21
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2011

3 de rajada... XLI

Esta semana, em  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, lançada hoje no mercado discográfico, destaco Cults, Kaiser Chiefs e Panic! At The Disco. Toca a ouvir e a tirar ilações...

Cults – Go Outside

 

Kaiser Chiefs – Man On Mars


Panic! At The Disco – Let's Kill Tonight


autor stipe07 às 19:21
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Domingo, 28 de Agosto de 2011

Caged Animals - Eat Their Own

Partindo da dica do amigo Paulo Salaberth, levantei voo em busca do disco de estreia dos Caged Animals, uma banda psych pop indie de Brooklyn liderada por Vincent Cacchione, que se faz acompanhar nesta aventura musical por Magali Francoise, Talya Rose Cacchione e Patrick Curry.
Mas a primeira criação de Vicent Cacchione enquanto Caged Animals não começou com este disco; Em julho lançou a música Girls on Medication, pela Lucky Number  e incluida no EP homónimo do qual faz também parte a música Transparent Castle.

Admito que o psicadelismo pode ser, por vezes, difícil de engolir. Mas Cacchione criou neste Eat Their Own um veículo ideal para nos levar nesta viagem de texturas felpudas e sintetizadores futuristas, com vozes cantadas ao fundo da sala. Gravado no seu quarto de Brooklyn, este disco junta um intricado conjunto de gostos eclécticos retro e futuristas e que vão do experimentalismo lo-fi às insinuações folk new-wave, passando pelo rock e a soporífera chillwave.

É um disco arrebatador na sua simplicidade despreocupada, intimista e espiritual, com vozes sussurradas em letras pesadas, apenas suavizadas pela leveza dos teclados ondulantes e das guitarras atmosféricas, assim como um sintetizador que reproduz imensos ecos perdidos no ar.

Vincent Cioffe Cacchione apanhou-me desprevenido com a sensibilidade e a beleza destas canções e Caged Animals é um título perfeito para esta banda nova iorquina, porque é de animais enjaulados que se tratam as suas músicas; Falam de uma raiva reprimida, enjaulada numa selva de betão, com prédios assentes em shoegaze e melodias que se formam no feedback criado pelos riff das guitarras. Espero que aprecies a sugestão...

01. Teenagers In Heat 1:54
02. This Summer I'll Make It Up To You 2:04
03. Teflon Heart 3:36
04. Hazy Girls 2:45
05. Piles Of $$$ 3:35
06. The NJ Turnpike 2:31
07. Feelingz 3:09
08. All The Beautiful Things In The World 2:58
09. Somebody To Use 3:06
10. Lips That Turn The Light To Fire 3:38
11. Instant <3breaker 3:57Girls On Medication Cover Art

Girls On Medication

Transparent Castle 

Uma nota final para este vídeo que me pareceu uma espécie de releitura do Popeye, onde as gomas dão poderes especiais e magias, além de uma visão psicadélica do mundo.


autor stipe07 às 18:51
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Sábado, 27 de Agosto de 2011

Curtas... XVIII

Acaba de ser divulgado o video de Terrible Angels, a nova canção de Charlotte Gainsbourg e produzida por Beck que também já foi responsável pala produção do álbum IRM. Terrible Angels dá título ao EP a lançar pela cantora no próximo dia 6 de setembro pela Because Music/Elektra. Outra canção do EP será Memoir, escrita por Conor O'Brien, aka Villagers e uma cover de Just Like A Woman, de Bob Dylan, cujo vídeo, realizado por Nathalie Canguilhem, podes visualizar na Pitchfork.tv. Prometo uma review deste EP logo após o seu lançamento e respetiva audição.

Entretanto, a cantora irá também lançar, posteriormente, o sucessor do citado IRM; Será um disco duplo de nome Stage Whisper. Parte do álbum é composta por material gravado há algum tempo, mas que nunca foi divulgado. E Charlotte também já deu a conhecer aquele que será porventura o primeiro single, a faixa White Telephone, disponibilizada para download gratuito.

[MP3] Charlotte Gainbourg - White Elephant

 

 

Os The Civil Wars, dupla americana de pop folk natural de Nashville e formada por Joy Williams e John Paul White, tem dado uma série de pequenos concertos em rádios, estúdios, lojas de discos e programas musicais. Além do seu reportório, têm tocado uma belíssima versão de Disarm, uma das minhas músicas preferidas dos Smashing Pumpkins. O último concerto foi para o evento Daytrotter sessions, no passado dia 9 de agosto e um dos mais aclamados, aconteceu em março; refiro-me à participação da dupla no iTunes Live: SXSW, que ocorreu no passado dia 25 de março e do qual resultou um EP.

01. Tip Of My Tongue
02. From This Valley
03. Oh Henry
04. 20 Years
05. Barton Hollow
06. Disarm
07. Poison And Wine

 

 

Neutral Milk Hotel Are Swell

E finalmente há novidades dos Neutral Milk Hotel e do seu líder Jeff Mangum. Após anos de silêncio, Jeff tem um novo site e prepara-se para lançar uma caixa com material dos Neutral Milk Hotel reeditado e alguns inéditos. A caixa incluirá, em vinil, uma reedição de um dos meus discos preferidos, o álbum In The Aeroplane Over The Sea e o álbum On Avery Island, assim como o EP Everything Is, o EP Ferris Wheel On Fire, com canções nunca editadas antes e novas versões e lados B dos singles You’ve Passed, Where You’ll Find Me Now, Holland, 1945Little Birds, num total de 15 músicas da banda nunca editadas.

No dia 22 de novembro Mangum irá disponibilizar este material digitalmente na Bandcamp, onde poderemos escolher o valor a pagar pelo download. Entretanto, já podes ouvir Oh Sister e Ferris Wheel On Fire aqui. De seguida, todo o conteúdo da Neutral Milk Hotel box set:

Neutral Milk Hotel - Box Set
On Avery Island

01 “Song Against Sex”
02 “You’ve Passed”
03 “Someone Is Waiting”
04 “A Baby For Pree”
05 “Marching Theme”
06 “Where You’ll Find Me Now”
07 “Avery Island/April 1st”
08 “Gardenhead/Leave Me Alone”
09 “Three Peaches”
10 “Naomi”
11 “April 8th”
12 “Pree-Sisters Swallowing a Donkey’s Eye”

In The Aeroplane Over The Sea

01 “The King of Carrot Flowers Pt 1″
02 “The King of Carrot Flowers Pts 2 & 3″
03 “In The Aeroplane Over The Sea”
04 “Two-Headed Boy”
05 “The Fool”
06 “Holland, 1945″
07 “Communist Daughter”
08 “Oh Comely”
09 “Ghost”
10 “Untitled”
11 “Two-Headed Boy Pt. 2″

 

Everything Is

01 “Everything Is”
02 “Here We Are (For W. Cullen Hart)”
03 “Unborn”
04 “Tuesday Moon”
05 “Ruby Bulbs”
06 “Snow Song, Pt. 1″
07 “Aunt Eggma Blowtorch”

 

Ferris Wheel On Fire

01 “Oh Sister”
02 “Ferris Wheel On Fire”
03 “Home”
04 “April 8th”
05 “I Will Bury You In Time”
06 “Engine”
07 “A Baby For Pree/Glow Into You”
08 “My Dream Girl Don’t Exist”

 

Holland, 1945

01 “Holland, 1945″
02 “Engine”

 

You’ve Passed”/”Where You’ll Find Me Now
01 “You’ve Passed”
02 “Where You’ll Find Me Now”

 

Little Birds

01 “Little Birds” (Studio)
02 “Little Birds” (Live)

 

Oh Sister

 

 

O trio Ivy, projeto alternativo de Adam Schlesinger, líder dos míticos Fountains Of Waine, disponibilizou gratuitamente You Make It So Hard, música que será incluída no novo disco do grupo, ainda sem nome ou data de lançamento definidos. Vale bem a pena ouvir esta sonoridade pop que pessoalmente me fez recordar os melhores momentos dos The Smiths e dos Saint Etienne. Confere...

Ivy - You Make It So Hard


autor stipe07 às 14:29
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011

Croka's Rock vs Festa Académico Desportivo Fornelos

E este fim de semana sugiro...

 

Mais informações detalhadas no Facebook - Croka's Rock e Facebook Anégia


autor stipe07 às 22:15
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Love Of Everything - Sooner I Wish EP

Os Love of Everything, naturais de Chicago, são um projeto liderado por Bobby Burg (Vacations, Joan Of Arc), ao qual se juntou o baterita Matt Holland, seu companheiro nos Vacations. No passado dia 2 de agosto lançaram, através da Polyvynil Records, o EP Sooner I Wish, que tenho ouvido com particular interesse.

Sooner I Wish contém quatro canções em menos de nove minutos e pelo que percebi assenta em letras mais pessoais, escritas por Bobby, do que os registos anteriores do projeto. Este músico divorciou-se recentemente e o EP reflete claramente essa situação; A anterior esposa, Elisse, era também a baterista dos Love Of Everything; Por isso, este EP marca a estreia de Matt Holland ao lado de Bobby, em lugar da sua esposa.

Bobby explica assim o tal maior toque de pessoalidade deste EP:

A lot of it envolves dealing with my divorce and not knowing how to start again with other person. The lyrics are written from contradictory perspectives, switching line by line between the person who wants to end the relationship and the person who wants to make the things work.
A minúscula Tree Ways Answers abre o EP com um rufar de tambores que bate literalmente numa linha de guitarra contínua. A homónima Sooner I Wish transborda de ritmos surf rock, juntamente com uma melodia agridoce.

O chamado lado B do EP (faixas 3 e 4) consiste na instrumental Here Come The Warm Regrets, que poderá ser uma metáfora para o tal divórcio; O início é cru, viril e enraivecido; De seguida cada instrumento vai lentamente abandonando a canção, um por um. E o disco fecha com a curta e doce Want, com apenas um refrão simples que me deixou com água na boca para conhecer melhor esta banda.
Sooner I Wish está disponível em formato digital e em vinil branco, limitado a 300, e preto, limitado a 700, na editora que divulguei acima. Espero que aprecies a sugestão...

Three Way Answers

Sooner I wish

Here Comes The Warm Regrets

Want

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Ouvir

Restante discografia


autor stipe07 às 19:52
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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011

Painted Palms - Canopy EP

Os Painted Palms são uma banda de São Francisco formada pelos primos Chris Prudhomme e Reese Donohue.  Há algum tempo, resolveram fazer algo em conjunto, trocaram ideias e começaram a produzir música através de computador. E assim nasceu o EP Canopy, editado no passado dia 21 de junho através da editora Secretly Canadian e que soa a bandas como os Neon Indian ou Panda Bear.

Canopy é feito de uma pop eletrónica e flutuante, inspirada em derivações atmosféricas, ou seja, tem uma sonoridade bastante nostálgica. Não fazem nada de novo, mas isso não significa que não façam bem aquilo que fazem. Pessoalmente, foram cativantes o suficiente para agarrar a minha atenção logo no primeiro minuto.

O som do surf, os ecos de pássaros num mar distante, o rebentar de bolhas de sabão e umas palmas difíceis de descrever, dão um irrepreensível colorido sonoro às três primeiras canções do EP: All of Us, Water Hymn, e Falling Asleep. Estas qualidades fornecem às músicas uma forte sonoridade eletro pop, em oposição às duas últimas canções, cheias de tons mais suaves e vocalizações, a cargo de Reese, com um caráter mais sonhador.

Como um todo, Canopy é um ótimo trabalho, dando a impressão, no seu último suspiro, que acabámos de usufruir de um fantástico momento de relaxamento, mas havendo sempre como pano de fundo aquele velho rock indie, embora mergulhado num arco íris sonoro aquático e muito borbulhante. Espero que aprecies a sugestão... 

Canopy EP Cover Art

1- All of Us
2- Water Hymn
3- Falling Asleep
4- Great White
5- Canopy

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autor stipe07 às 19:10
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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

Jens Lekman vs Neon Indian

O músico sueco Jens Lekman, conhecido pela sua abordagem electro acústica da música pop e que desde 2007, ano em que lançou o seu último álbum de originais, Night Falls Over Kortedala, apenas lançou o single The End Of The World Is Bigger Than Love, divulgou que vai editar  o EP An Argument With Myself, pela Secretly Canadian, no dia 19 de Setembro. Um novo álbum também está previsto para 2011. An Argument With Myself é um disco de cinco faixas e Lekman justifica-o assim:

Gostava muito destas canções e acho que eram muito boas, mas não encaixavam com o ambiente criado no disco. E pareciam ser as canções que o público gostava mais quando as tocava ao vivo, portanto decidi que deviam ficar juntas num EP, para dar uma pequena amostra do que não vem aí.

Na mesma entrevista, o sueco também fala do álbum, cujo nome e data de lançamento ainda se desconhece:

Todas as canções estão prontas, mas não têm estado a funcionar. Parece que elas querem um tratamento mais orgânico, mais ‘soulful’. Passei quase dois anos a gravar e a aperfeiçoar os arranjos e agora acho que eles não soam exactamente como eu quero, portanto devo ir para o estúdio com um produtor para as voltar a gravar.

Deixo o alinhamento final do EP, do qual já se conhece a música homónima que Lekman disponibilizou gratuitamente. O músico revelou igualmente que Waiting for Kirsten, é uma dedicatória do sueco à actriz Kirsten Dunst. Após o lançamento do EP e a sua audição voltarei a este assunto.

An Argument with Myself
Waiting for Kirsten

A Promise
New Directions
So This Guy at My Office

 
 
 

Após Psychic Chasms, disco de estreia lançado em 2009, Alan Palomo aka Neon Indian tem previsto o lançamento de  Era Extraña no próximo dia 13 de setembro, através da Mom + Pop e revelaram recentemente o segundo single, Polish Girl, uma canção de amor carregada por uma atmosfera sintética, mas bastante dançável. No passado mês de julho tinham disponibilizado Fallout, o primeiro single, uma canção nebulosa, densa, sensual, sofisticada e extremamente experimental, assim como a maioria das canções do Neon Indian. Também sob a temática do amor, Fallout é daquelas que tocam na hora certa dentro do carro ou no final de uma festa. É a típica canção de amor urbana ou moderna.

Entretanto, já é conhecida a tracklist de Era Extraña, um dos próximos discos que aguardo com expetativa e ao qual voltarei certamente.

Heart: Attack
Polish Girl
Blindside Kiss
Hex Girlfriend
Heart: Decay
Fall Out
Era Extraña
Halogen (I Could Be A Shadow)
Future Sick
Suns Irrupt
Heart: Release


autor stipe07 às 14:00
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

Dom - Family Of Love EP & more...

Os Dom são um quarteto natural de Worcester, Massachusetts, formado por Dom, Bobby, Cosmo e Erik e que em 2010 lançaram Sun Bronzed Greek Gods, um EP de sete faixas (ver abaixo), que fez com que esta desconhecida banda figurasse como uma das grandes apostas do indie rock norte americano em 2010. A mistura de sonoridades sujas que passeavam tanto pelo garage rock como pela chillwave, assim como um dinâmico encaixe de melodias pop radiofónicas, possibilitaram que a banda circulasse por uma série de publicações musicais e festivais independentes ao longo daquele ano.

Agora, em 2011, a banda está de volta com o lançamento do EP Family Of Love, através da Astralwerks, um trabalho com cinco faixas e pouco mais de quinze minutos que trazem de volta as mesmas sensações do EP de estreia. No fundo, uma sonoridade que traz como referência bandas como os Givers, Foster The People, MGMT ou Wild Mocassins, artistas recentes, algo que reforça a contemporaneidade da banda.

Entre guitarras levemente poluídas e sintetizadores ensolarados borbulham canções como Telephone e Happy Birthday Party, que transportam a musicalidade do grupo para uma sonoridade eletrónica, mas sem abusarem de um som sintético ou distante do seu aspecto orgânico.

Na última música do EP a banda conta com a participação de uma amiga, conhecida apenas como Emma. A sua voz peculiar transforma a faixa Some Boy numa genuína composição pop, bastante comercial e que deixa de lado boa parte do vincado teor experimental dos Dom.

Depois destes dois EPs consagrados, talvez seja o momento deste quarteto lançar a sua estreia definitiva, algo que poderá acontecer em 2012. Oxalá isso suceda e espero que aprecies a sugestão...

Family Of Love

Telephone

Family Of Love

Damn

Happy Birthday Party

Some Boys (feat. Emma)

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Dom - Sun Bronzed Greek Gods (EP) (2010)

Living In America
Burn Bridges
Jesus
Bochicha
Rude As Jude

Hunny
I Wonder

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autor stipe07 às 18:51
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

3 de rajada... XL

Volto a  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, lançada hoje no mercado discográfico. Esta semana destaco Bombay Bicycle Club, Noel Gallagher The Vaccines. Toca a ouvir e a tirar ilações...

Bombay Bicycle Club – Shuffle

 

Noel Gallagher's High Flying Birds – The Death Of You And Me


The Vaccines – Norgaard


autor stipe07 às 19:12
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Domingo, 21 de Agosto de 2011

Sigur Rós de regresso...

Finalmente há novidades sobre os Sigur Rós; E dificilmente poderiam ser melhores! Inni será o nome do novo disco desta banda islandesa e será lançado através da Krunk, a editora do grupo, no próximo mês de novembro.
O álbum será duplo porque incluirá também um filme de cem minutos com imagens do concerto dos Sigur Rós que teve lugar no Alexandra Palace, em Londres, no dia vinte de novembro de 2008, incluido na digressão de Með suð í eyrum við spilum endalaust. Este filme  foi dirigido por Vincent Morrisset e está prevista a sua estreia no Festival de Cinema de Veneza, no dia três de setembro.
Inni é o segundo filme da banda depois de Heima (2007), que documentou uma digressão da banda pelo país natal. Se seguir os passos de HeimaInni deverá ser mais uma bela demonstração do talento cinematográfico do grupo.
 

Enquanto o disco novo não chega, disponibilizo quarenta minutos de demos, trechos de músicas cortados da produção final, apresentações ao vivo e algumas faixas com edições bizarras, tocadas ao contrário e aceleradas, que descobri recentemente. 


autor stipe07 às 19:34
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Sábado, 20 de Agosto de 2011

Radiohead From The Basement

Muitos fãs dos Radiohead, aguardavam com enorme expetativa o lançamento e visualização deste filme, do qual já tinha dado conta no passado mês de junho, no Curtas XIII e que foi disponibilizado apenas, na sua versão integral, no passado dia 17 de agosto. Produzido por Nigel Godrich e com a participação especial de Clive Deamer como baterista adicional, Radiohead From the Basement mostra a banda a tocar na todas as oito faixas do seu mais recente álbum, The King Of Limbs e mais duas músicas: Staircase e Daily Mail. Esta atuação foi difundida no dia 1 de Julho pela BBC.

Live From The Basement, criado pelo já citado produtor musical e engenheiro Nigel Godrich e com o apoio do diretor criativo Dilly Gent, do produtor James Chads e de John Woollcombe, começou por ser um podcast, mas tornou-se num programa de televisão difundido pela estação pública britânica. Apresenta performances ao vivo de vários músicos, sem audiência, filmadas nos Maida Vale Studios de Londres. No site deste projeto podes encontrar concertos de nomes como Beck, Autolux, Band Of Horses, CSS, Cold War Kids, Fleet Foxes, Eels, Gnarls Barkley, The Kills, Jose Gonzalez, My Morning Jacket, Pj Harvey, Queens Of The Stone Age, The Shins, The Raconteurs, The White Stries, entre outros.


autor stipe07 às 15:12
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011

Curtas... XVII

Os The Pigeon Detectives acabam de dar a conhecer Lost, o novo single que faz parte do seu terceiro álbum de estúdio Up, Guards And At ‘Em! disco que apreciei AQUI em abril e que foi gravado durante uma estadia de dois meses da banda em Nova York. O álbum teve a produção de Justin Gerrish que, entre outros nomes, trabalhou com os Vampire Weekend em Contra.

The Pigeon Detectives - Lost

 

Os australianos Lyke Giants, banda que dei a conhecer no passado mês de abril AQUI, acabam de divulgar 400 Days, música que poderá vir a ser incluida no novo longa duração da banda.

 

The Adventures of Rain Dance Maggie é o primeiro single conhecido de I'm With You, o décimo álbum dos Red Hot Chili Peppers, que será editado no próximo dia vinte e nove de agosto. No vídeo, a banda atua num terraço em Venice Beach, Los Angeles, sendo o teledisco realizado por Marc Klasfeld (o mesmo de Times Like These, dos Foo Fighters). Nele estreia-se o novo membro do grupo, Josh Klinghoffer, antigo técnico de guitarras da banda, que substituiu John Frusciante.
Os RHCP encontram-se atualmente na Ásia a dar os primeiros concertos da digressão mundial.

 

Conforme referi no passado mês de julho, os Snow Patrol estão de regresso. Depois de divulgarem o single Called Out In The Dark, faixa-título de um EP de quatro músicas que o grupo escocês vai lançar no próximo dia 4 de setembro, agora deram a conhecer o video dessa música.

Entretanto também já é conhecido o título do novo álbum, sucessor de A Hundred Million Suns (2008). A banda tem estado a gravar no estúdio Topanga Canyon em Los Angeles, com o produtor Jacknife Lee e o disco vai chamar-se Fallen Empires, devendo chegar às lojas apenas em fevereiro de 2012.


autor stipe07 às 13:42
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011

Teen Suicide - Bad Vibes Forever

Os Teen Suicide são uma banda natural de Maryland, nos EUA, liderada pelo músico Ricky Eat Acid e acabam de lançar Bad Vibes Forever o disco de estreia e que está disponível para download gratuito na página da bandcamp.

Este disco demonstra claramente o amor da banda pela surf pop do início dos anos sessenta, na senda dos Wavves e Best Coast, entre outros. Ouve-se o álbum e parece que nunca sai da estação. Mas isso não é uma falha de ambição; É mais uma admissão de que às vezes também é bom abrir mão do desconhecido em favor do conforto. E depois, as guitarras e o piano criam atmosferas absolutamente melancólicas, gentis e encantadoras. Mesmo com todas as conotações negativas dentro dos nomes de algumas faixas, não se pode deixar de apreciar o bom vibe de canções como Suicide, Taking Pills e Burnout.

Em suma, o álbum é uma compilação rock lo-fi, ideal para quem procura mais um registo de verão para ouvir na cadeira preferida lá de casa, de preferência com vista para uma paisagem cheia de água e de luz. Espero que aprecies a sugestão...

 
1.
 
 
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3.
 
 
4.
no fun 02:53
 
 
5.
restless 02:11
 
 
6.
 
 
7.
 
 
8.
 
 
9.
suicide 01:53
 
 
10.
 
 
11.
 
 
12.
golden 03:04
 
 
13.
burnout 02:24
 
 
14.
crying 04:38

 

download


autor stipe07 às 21:34
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Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011

Stereogum Presents...

O portal de música Stereogum tem patrocinado o tributo a algumas bandas e álbuns emblemáticos, disponibilizando-os gratuitamente. É um projeto bastante interessante, onde poderás ouvir uma nova roupagem de todas as músicas de alguns dos teus discos preferidos e com versões feitas por nomes tão importantes como os Vampire Weekend, Meat Puppets, The Veils, Shout Out Louds, Austra, The Morning Benders, Owen Pallett, Peter Bjorn And John, entre outros...

Para quem conhecer bem os álbuns na versão de autor, garanto que é fantástico ouvir estas versões e perceber como as várias bandas deram a volta às músicas sem defraudarem a sua essência. Partilho os meus três discos disponíveis preferidos e espero que aprecies a sugestão...


01. Peter Bjorn And John, “Is This It”
02. Chelsea Wolfe, “The Modern Age”
03. Frankie Rose, “Soma”
04. Real Estate, “Barely Legal”
05. Wise Blood, “Someday”
06. Austra, “Alone, Together”
07. The Morning Benders, “Last Night”
08. Owen Pallett, “Hard To Explain”
09. Heems, “New York City Cops”
10. Deradoorian, “Trying Your Luck”
11. Computer Magic, “Take It Or Leave It”

Download

  

cover art for 'Stereogum Presents...OKX: A Tribute to OK Computer' 

Airbag, performed by Doveman – 5:50

Paranoid Android, performed by Slaraffenland– 5:46

Subterranean Homesick Alien, performed by Mobius Band– 4:12

Exit Music (For a Film), performed by Vampire Weekend– 3:55

Let Down, performed by David Bazan's Black Cloud – 5:53

Karma Police, performed by John Vanderslice– 4:00

Fitter Happier, performed by Samson Dalonoga feat. The Found Sound Orchestra – 2:01

Electioneering, performed by Cold War Kids– 3:20

Climbing Up the Walls, performed by The Twilight Sad– 5:22

No Surprises, performed by Marissa Nadler feat. Black Hole Infinity – 4:40

Lucky, performed by My Brightest Diamond – 4:14

The Tourist, performed by Flash Hawk Parlor Ensemble – 5:56

 

cover art for 'Stereogum Presents... DRIVE XV: A Tribute To Automatic For The People'
Drive – 3:53 (The Veils)
Try Not to Breathe" – 4:18 (Dappled Cities)

The Sidewinder Sleeps Tonite – 4:56 (Rogue Wave)

Everybody Hurts – 4:23 (Meat Puppets)

New Orleans Instrumental No. 1 – 3:34 (Figurines)

Sweetness Follows – 3:36 (Sara Quin feat. Kaki King)

Monty Got a Raw Deal – 3:46 (Catfish Haven)

Ignoreland – 4:26 (The Forms)

Star Me Kitten – 2:43 (Blitzen Trapper)

Man on the Moon – 4:55 (Shout Out Louds)

Nightswimming – 4:28 (You Say Party! We Say Die!)

Find the River" – 4:52 (Dr. Dog)


autor stipe07 às 14:18
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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011

3 de rajada... XXXIX

Volto a  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, lançada hoje no mercado discográfico. Esta semana destaco Battles, The Wombats e CSS. Toca a ouvir e a tirar ilações...

 

Battles feat. Gary Numan – My Machines


The Wombats – Perfect Disease

 
CSS feat. Bobby Gillespie – Hits Me Like A Rock

 


autor stipe07 às 21:41
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Domingo, 14 de Agosto de 2011

Curtas... XVI

Josh Rouse, Coldplay e dEUS, três dos meus nomes de referência no mundo da música, estão quase a lançar novos discos e prometem-me assim um final de ano dispendioso mas em grande no que diz respeito à audição de novos trabalhos das minhas bandas preferidas!

O norte americano agora radicado em Altea, Espanha, Josh Rouse, acaba de disponibilizar gratuitamente  no seu site e facebook Oh, Look What The Sun Did!, uma das canções que poderemos ouvir em  Josh Rouse and The Long Vacations, o novo disco do meu cantor a solo preferido e que será lançado no próximo dia 26 de setembro.

Josh Rouse

Ainda no site do cantor poderemos também obter gratuitamente El turista En La Radio, um EP com as músicas quase todas retiradas de El Turista (2007) e interpretadas em algumas estações de rádio por onde o músico passou para apresentar  esse disco, assim como uma remistura de Lemon Tree assinada por Boozou Bajou.

 
Relembro que a carreira de Josh Rouse, músico nascido na pequena cidade de Paxton, no Nebraska, começou em 1998 com Dressed Up Like Nebraska, um conjunto de gravações iniciais que lhe valeram a aclamação por parte da crítica. O sucesso do álbum permitiu-lhe fazer uma digressão e editar o segundo álbum em 2000, Home, ao mesmo tempo que se tornava músico a tempo inteiro. Desde então tem tido uma carreira profícua, praticamente editando um disco por ano. O maior sucesso comercial surgiu em 2005 com o álbum Nashville, onde se incluía a fabulosa Sad Eyes; Mas 1972 (2003) é, indubitavelmente, o meu disco preferido deste músico.
Em 2006, Josh Rouse deixou o Tennessee, onde vivia há alguns anos e mudou-se para Espanha, de onde é natural a sua atual companheira, Paz Suay, que participou no disco Subtítulo (2006); Ambos lançaram também um EP em conjunto, She’s Spanish, I’m American (2007).

Enquanto ouço o EP, aguardo com expetativa este novo disco depois das relativas deceções que foram para mim Country Mouse City House (2007) o já citado El Turista

 
 
Já é conhecido o nome do próximo disco dos Coldplay; Vai chamar-se Mylo Xyloto e a data de edição será a 24 de Outubro. Além das versões convencionais, será disponibilizada uma edição especial com graffitis de David A. Carter, em formatos vinil e CD, além de fotografias exclusivas. O primeiro avanço, Every Teardrop Is A Waterfall, já tinha sido revelado aqui em Junho. Em Setembro, será revelado Paradise, o segundo single do disco.

À Billboard, Chris Martin assumiu que a banda deu tudo e que cada novo disco parece o último. Isto a propósito de o motor de arranque de Mylo Xyloto ter sido uma carta enviada por Brian Eno à banda, após a edição do anterior Viva La Vida em que o produtor assumiu que os Coldplay podiam fazer muito melhor.

 

 

Finalmente, o novo álbum dos dEUS já tem título e data de edição definida. O registo, sucessor de Vantage Point, chamar-se-á Keep You Close e deverá chegar às lojas a 19 de Setembro. Gravado no estúdio da banda, em Antuérpia, durante seis meses, Keep You Close conta com a colaboração de Greg Dulli (Twilight Singers e Afgan Whings) e mostra o lado mais intimista e orgânico da banda de Tom Barman, por oposição à sonoridade mais nua e crua do rock, explorada pelos dEUS no trabalho anterior. A produção ficou a cargo de David Botrill e Adam Noble. Fica o teaser das gravações...


autor stipe07 às 15:07
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Sábado, 13 de Agosto de 2011

Two Door Cinema Club - Tourist History

Motivado pela presença no Festival Paredes de Coura e pela audição de Something Good Can Work, parti à descoberta de Tourist History, o disco de estreia do trio irlandês Two Door Cinema Club.

A primeira impressão que retive da audição do álbum é que a banda tinha a lição bem estudada e o resultado é um conjunto sólido de sonoridades indie misturadas com electrónica, a fazer lembrar Bloc Party e Phoenix, impulsionadas por um entusiasmo punk.
Tourist History é um disco extremamente directo, que transpira um claro sentimento de urgência empolgante que nos prende do princípio ao fim. Os ritmos acelerados unem-se a uma sensibilidade pop contagiante e a sua fácil audição cria um efeito viciante, faixa após faixa.
A guitarra assume um papel preponderante e são os riffs orelhudos a conduzir músicas como Do You Want It All e a já citada Something Good Can Work e I Can Talk. Este instrumento interage e funde-se com o inebriante som dos sintetizadores, mas a forma como o som do baixo está produzido talvez seja um dos pontos mais débeis do álbum. No entanto, o disco não tem uma sonoridade propriamente crua e apenas assumidamente punk; É que a vertente electrónica também assume destaque e logo no inicio, em Cigarretes in The Theatre e também no fecho, com You’re No Stubburn; Ambas lembram um misto de Franz Ferdinand, LCD Soundsistem e Bloc Party, quando os sintetizadores tomam as rédeas do jogo.
Tourist History é um álbum cuja homogeneidade e solidez se podem sentir como pontos fortes ou fracos. Apesar de directo e empolgante a forma repetida como cada música está estruturada poderá desmotivar audições repetidas mas, quase de forma contraditória, nunca senti vontade de passar qualquer uma das faixas a frente.
Em suma, a principal impressão que retive da audição do álbum é que a banda tinha a lição bem estudada e o resultado é um conjunto sólido de sonoridades indie misturadas com electrónica e impulsionadas por um entusiasmo punk.
Para disco de estreia talvez se pedisse um pouco mais de originalidade e diversidade sonora, mas acho que podemos e devemos esperar grandes coisas destes Two Door Cinema Club. Espero que aprecies a sugestão...
 
01. Cigarettes In the Theatre
02. Come Back Home
03. Do You Want It All?
04. This is The Life
05. Something Good Can Work
06. I Can Talk
07. Undercover Martyn
08. What You Know
09. Eat That Up, It's Good For You
10. You're Not Stubborn

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autor stipe07 às 14:26
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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011

TV Girl voltam à carga...

Depois de ter apresentado em abril AQUI o EP homónimo de estreia dos TV Girl, uma banda de San Diego formada por Trung Ngo e Brad Peterson e que tocam aquele típico bedroom-pop, lo-fi, caseiro e deliciosamente irresistível, lançado em outubro de 2010, informo que já voltaram à carga em 2011 e em dose dupla.

Assim, depois de no dia 31 de março terem lançado o EP Dirty Gold, resultado de uma parceria com os Dirty Gold, também de San Diego e em cujo EP as bandas partilharam uma versão da outra, no passado dia 25 de julho deram a conhecer Benny And the Jetts, mais um EP com quatro faixas. Disponibilizo então os dois lançamentos desta banda em 2011...

 

 TV Girl/Dirty Gold Split Digital 7" Cover Art 

TV Girl Overboard  (Dirty Gold Cover)

Dirty Girl - On Land (TV Girl Cover)

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Benny and the Jetts Cover Art

Bennyy And The Jetts

Bab You Were There

Lizzy Come Back To Life

Your Own Religion

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autor stipe07 às 13:57
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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2011

Metronomy - The English Rivieira

Um disco que tenho andado a ouvir e que certamente será incluido nas listas dos melhores de 2011 tem o nome sugestivo de The English Riviera e foi lançado já no passado mês de abril. A autoria é dos Metronomy, um projeto nascido da fértil imaginação de Joseph Mount, natural da pequena localidade de Totnes, Devon, sudoeste de Inglaterra; Reza a lenda que tudo começou quando o pai lhe ofereceu um computador para que ele pudesse dedicar-se à produção de música electrónica no quarto, onde se ouvia discos de Autechre, LFO, Aphex Twin e Devo, entre outros.

Anos após este início precoce, Mount trocou Totnes por Londres, para onde foi estudar e juntou-se ao teclista e saxofonista Oscar Cash e ao baixista Gabriel Stebbing, com quem já tinha tocado em dois projetos anteriores, próprios do circuito universitário, os The Upsides e os The Costumers; E assim nasceram os Metronomy. Ao longo dos anos foram entrando e saindo elementos, até se chegar ao formato actual da banda, um quarteto liderado por Mount e secundado por Cash, Gbenga Adelekan e Anna Prior.

A banda começou por ganhar notoriedade através de remisturas que fizeram de músicas dos Franz Ferdinand, CSS, Klaxons, Lykke Li e até de Britney Spears.  A estreia discográfica da banda ocorreu em 2006 com Holiphonic e desde então a sonoridade dos Metronomy foi-se transformando de disco para disco, de formação para formação, mas tendo sempre como linha orientadora os caminhos feitos da fusão entre a pop e a eletrónica, que não tem apenas a pista de dança como meta. Desde a eletrónica ritmada de Pip Paine (Pay The £5000 You Owe), single do já citado Holiphonic, passando pela subtileza synthpop de Nights Out, incluído em Because (2008) e desaguando na pop rock deste The English Riviera, a discografia dos Metronomy chegou, em 2011, a um ponto de maturidade que se define por uma pop electrónica actual, ora talhada em instantes de maior luminosidade, ora em breves espaços de melancolia. As orelhudas Everything Goes My Way, The Look, She Wants e The Bay, com aquele som tão peculiar feito com o dedilhar do baixo e a marcar o ritmo, comprovam este aparente dicotomia e fusão de estilos.

Em suma, The English Riviera é uma colorida coleção de canções e que usa a eletrónica como principal ferramenta na construção das mesmas, numa lógica sonora que tem feito escola desde a alvorada dos oitentas. No entanto, existe um elevado toque de modernidade, desconvocando uma possível agenda de revivalismo, ou seja, o toque e o perfume dessa década estão lá, mas o som é bastante atual, original e maduro. Espero que aprecies a sugestão e se estiveres no Festival Paredes de Coura, não percas o concerto desta banda.


1. The English Riviera
2. We Broke Free
3. Everything Goes My Way
4. the Look
5. She Wants
6. Trouble
7. The Bay
8. Loving Arm
9. Corinne
10. Some Written
11. Love Underlined
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autor stipe07 às 22:11
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011

3 de rajada... XXXVIII

Volto a  Três De Rajada..., que parte da minha busca por novidades e pretende dar a conhecer música nova, lançada hoje no mercado discográfico. Esta semana destaco Alpines, a minha música preferida do novo disco dos Elbow e Charlie Simpson. Toca a ouvir e a tirar ilações...

 

Alpines – Cocoon


Elbow – Lippy Kids


Charlie Simpson – Parachutes


autor stipe07 às 19:30
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Domingo, 7 de Agosto de 2011

Gang Gang Dance - Eye Contact

Um dos discos mais comentados favoravelmente pela crítica nas últimas semanas e que acabo de ouvir é o ambicioso e peculiar Eye Contact, da autoria dos Gang Gang Dance e lançado pela excelente 4AD. Estamos em presença de mais uma banda natural da profícua Nova Iorque, que se formou em 2001, faz discos há vários anos (este Eye Contact é o quinto álbum de originais da banda) e com uma sonoridade que gira em torno de uma pop sofisticada, enfeitada com apetrechos tribais, apontamentos electrónicos e batidas africanas. Certamente inspiraram-se no passado que nunca será deposto dos Talking Heads da dupla David Byrne e Brian Eno e num futuro encabeçado pelos Animal Collective, os MGMT, os Vampire Weekend e os Yeasayer. A cereja em cima do bolo deste cocktail sonoro é, sem sombra de dúvida, a voz alienígena de Lizzi Bougatsos, o meu grande destaque do grupo e com potencial para agradar a um público diverso.

Este Eye Contact começa com Glass Jar; É uma música de onze minutos, moderna e tribal, progressiva e contida, que se desenvolve progressivamente e nos transporta logo para outra dimensão, onde reina uma verdadeira trip alucinante cheia de sons mágicos, comandados pela voz encantadora de Lizzi. Esta música imediatamente  prepara-nos para o resto do disco, porque durante a sua audição raramente nos conseguimos abstrair dessa sensação de estranheza e desarmonia. A excepção a esta regra passa por Romance Layers, um dueto funky e soul com Alexis Taylor dos Hot Chip; Esta música é uma balada bastante sensual e talvez o melhor momento do disco, onde Lizzi se arma em diva do R&B. O primeiro single, Mindkilla,  também é, na minha opinião, uma grande canção e que resulta bem devido à sua sonoridade suja e acelerada. Outro dos destaques do álbum está no final; Thru and Thru é uma faixa de execução vibrante e primorosa.

Em suma, em cada disparo na bateria e em cada intervenção vocal inspirada de Bougatsos, o álbum vai chegando ao fim deixando uma impressão cada mais forte que estamos a ouvir algo especial e único, uma espécie de ode pós moderna ao ecletismo conceptual. Quando começamos a interiorizar a textura sonora das músicas e a ficar enredados na complexidade sonora e experimental das mesmas, surge a disrupção de Bougatsos que acaba por repelir os sentidos e incomodá-los; No meu caso pessoal, ainda não percebi muito berm se este incómodo poderá, no futuro, tornar-se numa agradável sensação.

Li algures que Eye Contact é perfeito para dançar num campo relvado acompanhado de gente bonita, para ouvir sentado numa piscina com as pernas dentro de água, ou para uma jantarada com uns amigos em casa. Seja onde for, aqui combinam-se ritmos, experiências e elementos pop, trance, chillout e world music que poderão catapultar os Gang Gang Dance para um patamar elevadíssimo de qualidade.

 

Glass Jar
Interlude 1
Adult Goth
Chinese High
Mindkilla
Interlude 2
Romance Layers
Sacer
Interlude 3
Thru And Thru 

 

website

myspace


 


autor stipe07 às 14:12
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Sábado, 6 de Agosto de 2011

Mathieu Santos - Massachusetts 2010

Mathieu Santos é acima de tudo conhecido por ser o baixista dos Ra Ra Riot, banda de Nova Iorque que lançou em 2010 o segundo disco de estúdio, The Orchard. No entanto, durante esse ano, enquanto os Ra Ra Riot preparavam o lançamento desse álbum, o baixista Mathieu começava a preparar as músicas que iriam fazer parte do primeiro registo do seu projeto a solo; Esse trabalho está pronto e já chegou ao mercado discorgráfico na passada terça feira, dia dois de agosto, com o inusitado título de Massachusetts 2010, Lançado através da Barsuk Records, o mesmo selo dos Ra Ra Riot.

Massachusetts 2010 dura cerca de trinta minutos e a sonoridade do disco não foge muito da sonoridade da banda onde toca Mathieu, intercalando melodias adocicadas com algumas leves passagens pelo indie rock, com aquele travo peculiar e ainda pouco cozinhado dos anos 90. No entanto, enquanto os Ra Ra Riot procuram quase sempre fazer música pop festiva e levemente grandiosa, o baixista, que aqui canta e toca a maioria dos instrumentos, optou por um tipo de som mais introspetivo e experimental.

A canção de abertura, I Can Hear The Trains Coming  (famosa frase dita por Ronald Reagan numa célebre conferência de imprensa e que confirmou os rumores relativos ao fato de ser portador de alzheimer) é também o primeiro single do álbum; Foi através dela que conheci o disco e tive vontade de o ouvir. E se este single fascinou-me por me ter feito lembrar a tal pop crua dos anos noventa, já  o resto do disco deixou-me um travo amargo e dececionante nos ouvidos. A canção seguinte, Massachusetts é um pouco mais sombria, assim como I’d Go, mesmo que em alguns momentos se ouça detalhes mais radiantes e pop. Conforme afirma alguma crítica e eu concordo, Massachusetts 2010 é um disco confuso e de certa forma bipolar; Quando parece que a sua audição nos aproxima dele e nos fascina, como por exemplo nos teclados de (I Just) Need To Know ou na pop agradável de Silly Thoughts, logo de seguida tem a capacidade de nos afastar dele. Talvez tenha faltado uma produção mais eficiente no disco, sendo notória essa ausência na confusa faixa final The Bay/Where To Find Her, uma música carregada de acordes incompreensíveis, mas que para o meio torna-se numa das melhores canções do disco.

No fundo, parece que o próprio Mathieu, tinha dúvidas sobre aquilo que realmente quis compor no álbum. Mas fica a sugestão e pode ser que a tua opinião seja diferente da minha....


autor stipe07 às 12:19
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

The Naked And Famous - Passive Me Agressive You

Os The Naked And Famous são uma banda natural da Nova Zelândia, formada por David Beadle, Thom Powers, Aaron Short, Jesse Wood, a vocalista Alisa Xayalith e têm tudo para serem um dos cromos mais desejados da caderneta do electropop actual. O disco de estreia, Passive Me Agressive You, foi lançado em setembro de 2010 no país natal, mas só há poucos meses chegou à Europa; Já o ouvi e sem dúvida que é um começo auspicioso e um dos melhores discos que conheço, editado nesse ano.

Passive Me Agressive You é absolutamente brilhante! Nele ouve-se uma dream pop épica que apaixona desde a primeira faixa à última, Girls Like You, um verdadeiro épico e do melhor que ouvi este ano no género. O álbum é completo porque além de nele se ouvir aquela pop feita para animar as pistas de dança, também percorre outros caminhos com total segurança, como o shoegaze e o rock, ao qual se adicionaram beats electrónicos e samples variados.

O disco já deu a conhecer um trio de singles poderosos: All Of This, Young Blood e Punching in a Dream. Qualquer um deles é acicatado por harmonias vocais pujantes (a teclista Alisa Xayalith e o guitarrista Thom Powers, o núcleo central do quinteto, dividem o protagonismo ao microfone) e por uma gama de instrumentos, onde dominam os teclados, a bateria e a guitarra, tocados por autênticas feras.

Neste disco os The Naked And Famous provam que são aventureiros, sendo a forma como abordam os teclados a melhor demonstração dessa irreverência, mas não perdem o sentido de encaixe num formato mais orelhudo e comercial. E, ainda por cima, também mostram que sabem ser mansinhos, pintando cenários sonoros dignos da limpidez de, por exemplo, umas Au Revoir Simone.

Os The Naked and Famous, considerados pela BBC como uma das 15 novas bandas a manter debaixo de olho em 2011 e descritos por grande arte da crítica como uma espécie de Dirty Projectors mais comerciais, animaram o Palco Super Bock do último Optimus Alive! com enorme sucesso! Recomendo vivamente este disco e estrei certamente atento aos próximos discos desta banda. Em resumo... perfeito e absolutamente obrigatório!

The Naked And Famous - Passive Me Aggressive You (2010)

1. All Of This (3:55)
2. Punching In A Dream (3:58)
3. Frayed (3:46)
4. The Source (0:48)
5. The Sun (3:56)
6. Eyes (4:43)
7. Young Blood (4:06)
8. No Way (5:29)
9. Spank (4:10)
10. Jilted Lovers (3:15)
11. A Wolf In Geek's Clothing (3:14)
12. The Ends (1:49)
13. Girls Like You (6:06)
Download 


autor stipe07 às 14:56
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