Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

3 de rajada... XIII

De volta a 3 de Rajada..., como já é hábito à segunda-feira, deixo as minhas sugestões da semana com informação breve e pertinente para, quem queira, conhecer e tirar conclusões. Sugiro hoje Papercuts, Punks Jump Up e The Streets. Confere...

 

Papercuts – Do What You Will 

Os Papercuts, uma banda índie de San Francisco, acabam de divulgar Do What You Will, o primeiro single do novo álbum Fading Parade e quarto deste grupo californiano.

 

 

Os britânicos Punks Jump Up estão de volta às produções próprias com Blockhead, depois de nos últimos meses terem marcado presença nas pistas de dança com várias remisturas de nomes como Miami Horror, Tiga, Kele, Miike Snow ou Crystal Castles.
Aproveito para divulgar que esta dupla já confirmou a presença na edição deste ano do Baile dos Vampiros, a realizar-se em Março no Teatro Sá da Bandeira.

 

The Streets – Going Through Hell

Going Through Hell é o primeiro single retirado do quinto álbum dos The Streets, Computer & Blues, que será lançado no próximo dia 7 de Fevereiro.

 

Alguns álbuns editados hoje;

 

The Go! Team – Rolling Blackouts

Hercules & Love Affair – Blue Songs

Jeff The Brotherhood – Heavy Days

Ben Marwood – Outside There’s A Curse

Regina Spektor – Live In London


autor stipe07 às 22:03
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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Super-heróis em 2011

Já percebi que o ano de 2011 vai ser recheado de filmes sobre super-heróis. Deixo alguns trailers e ao longo do ano talvez volte a comentar algum destes filmes...

Thor

 

 

Captain America 

 

Tintin 

 

Transformers 3 - dark of the moon 

 

X-Men 4 

 

Hellboy 4

 

Green Lantern 

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autor stipe07 às 21:19
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Sábado, 29 de Janeiro de 2011

The Phoenix Foundation - Buffalo

 

Só porque a Nova Zelândia é um arquipélago isolado e entalado entre a Austrália e o Antártico, não significa que ela se exclui de tudo, inclusive da música e que não tenha bandas boas para apresentar ao mundo; O caso da Islândia, nos antípodas do país dos kiwis mas com algumas características geoposicionais similares, é apenas uma confirmação desta minha teoria.

Confesso desde sempre ter sentido uma enorme atração por este tipo de países, no que diz respeito à sua cultura musical. O isolamento potencia a nostalgia que tanto gosto, meio caminho andado para, estando a criatividade e o gosto pela preservação da sonoridade nativa presentes, haver qualidade musical e coisas bonitas e bem feitas.

Mas voltando à Nova Zelândia, no cenário musical independente parece existir bastante potencial por aqueles lados; Die! Die! Die!, Kids of 88, Ladyhawke, The Veils, (uma banda que gosto muito) The Clean ou os The Ruby Suns são alguns nomes já familiares para quem tenta descobrir música nova e se não são suficientes para abrir o apetite musical por este país, então apresento-vos uma banda quem os neo-zelandeses com certeza se sentem orgulhosos...

Chamam-se The Phoenix Foundation, nasceram na capital Wellington e os seus membros são Samuel Scott (guitarras e voz), Lukasz Buda (guitarras, voz e teclados), Conrad Wedde (guitarras), Tom Callwood (baixo), Richie Singleton (bateria) e Will Ricketts (percussão). Consideram que bandas como os Belle & Sebastian, Radiohead, Pixies, Sonic Youth e Grandaddy, são as suas maiores influências, o que me leva a admitir, tendo também em conta o que já ouvi deles, que a sua sonoridade seja uma mistura de rock/pop psicadélico, adocicado por alguma pop relaxante.

Já tinha feito referência a eles AQUI para recomendar Bleaching Sun, um single já de 2008, retirado do disco Happy Ending. Agora no início de 2011 estão de volta com Buffalo, o quarto disco de originais depois de Horsepower (2003), Pegasus (2005) e o já citado Happy Ending (2007). Buffalo já viu a luz do dia ainda em 2010, mas só foi editado na Europa na passada segunda-feira e deve estar a chegar também às nossas lojas.
Já conheço três músicas deste novo disco: Flock of Hearts, Buffalo e Pot. São melodias hipnotizantes em que a construção segue praticamente a mesma ideia do início ao fim e os vários instrumentos repetem os mesmos acordes, o que faz com que facilmente a melodia se instale cá dentro. O trabalho de produção dos vários sons em cada faixa é impecável, notando-se um cuidado extremo e digno de nota. Por fim, os refrões foram escritos para ficarem logo na retina e serem facilmente cantados.

Todos estes ingredientes devem fazer de Buffalo um álbum bem apetecível para a primavera que não tarda e deve ser também um daqueles discos em que a sensação da primeira vez não se esgota à primeira audição. Será certamente um disco a merecer audição mais atenta e repetida e uma das boas surpresas deste ano. Por cá já caminha firmemente nessa direção...

 

Eventually

Buffalo

Flock of Hearts

Pot

Bitte Bitte

Skeleton

Orange & Mango

Bailey's Beach

 Wonton

Golden Ship   

 

Os The Phoenix Foundation começam este fim-de-semana uma digressão pela Europa e que durará cerca de um mês. A maior parte das datas são no Reino Unido com os The Go! Team, mas também irão passar por algumas cidades como Amesterdão, Bruxelas, Paris, Colónia, Berlim, Hamburgo, Lausanne ou Zurique. Não faço a mínima ideia se Man On The Moon é lido em alguns destes países e cidades; Caso seja, não percam esta oportunidade.

 

Site Oficial

Myspace

 


autor stipe07 às 16:10
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Elbow Are Dead...!?

E assim se destrói uma banda... Vê como parece fácil!


autor stipe07 às 23:00
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Estreias da Semana 27.01.11

Das estreias desta semana nas nossas salas de cinema gostaria de destacar dois filmes...

 

Love And Other Drugs (O amor é o melhor remédio) é o filme que volta a juntar Anne Hathaway e Jake Gyllenhaal depois de Brokeback Mountain. É uma comédia romântica realizada por Edward Zwick (Resistentes, Diamante de Sangue, O Último Samurai) e baseada na autobiografia de Jamie Reidy, Hard Sell: The Evolution of a Viagra Salesman.

Vi ontem no Magazine Janela Indiscreta, da RTP2, a apresentação deste filme e percebi que Jamie é um delegado de informação médica da Pfizer (certamente o grande patrocinador deste filme), famoso por convencer os médicos a prescreverem Zoloft em vez do famoso Prozac. Pelo caminho, vai espalhando o seu charme pelo sexo oposto até se cruzar com Maggie, uma jovem que cultiva a sua independência. A atracção entre os dois é inevitável. E quando Jamie falha sexualmente com Maggie, descobre o Viagra, acabadinho de chegar ao mercado e que promete resolver a sua vida sexual e também a profissional. Por outro lado, assim que sente a relação torna-se mais séria, Maggie começa também a enfrentar o processo degenerativo da doença de Parkinson e decide afastar-se. Fica a sinopse e o trailer;

 

Maggie é um fascinante espírito livre que não permite que nada a prenda, nem mesmo um fascinante desafio pessoal. Mas conhece a sua cara-metade em Jamie Randall, cujo charme é quase infalível tanto com as senhoras como com as vendas de produtos farmacêuticos. A evolução da relação entre Maggie e Jamie apanha-os de surpresa, ao darem conta de estarem sob a influência da derradeira droga: o amor...

 

 

 

 

Estreia-se também hoje Biutiful, o novo filme do mexicano Alejandro González Iñárritu, rodado em Barcelona e interpretado por Javier Bardem, o que lhe valeu já a nomeação para o Óscar de Melhor Actor por este papel e o Prémio de Interpretação Masculina no Festival de Cannes.

É um poema sórdido, disse Alejandro González Iñárritu sobre o seu primeiro filme a ser filmado num país europeu e logo numa cidade que já tive o privilégio de visitar. Mas Biutiful não ocorre na Barcelona solar, hospitaleira e sensual que estamos habituados a ver nos folhetos turísticos, mas na Barcelona delinquente e clandestina. A acção centra-se em Uxbal, um homem que está a morrer de cancro e vive da exploração de imigrantes ilegais, de subornos e de traficar bens roubados. Com estas actividades ilícitas tenta garantir que os seus dois filhos pequenos não ficam desamparados quando morrer, procurando também a sua própria redenção pessoal num submundo de corrupção, ilegalidade, brutalidade e desumanidade generalizada.

Assim, parece-me que através da tragédia pessoal de Uxbal o realizador quer reflectir sobre alguns dos eternos dilemas da humanidade, ao mesmo tempo que expõe várias chagas do nosso mundo globalizado e as suas vítimas mais imediatamente visíveis nas grandes cidades ocidentais: os imigrantes clandestinos. Fica a sinopse;

 

Esta é a história de Uxbal, um homem em conflito, que luta para reconciliar a paternidade, o amor, a espiritualidade, o crime, a culpa e a mortalidade entre o perigoso submundo da Barcelona moderna. O seu meio de subsistência é ganho com biscates, os seus sacrifícios pelos filhos não têm limites. Tal como a vida, esta é uma história circular que termina onde começa. À medida que o destino o cerca e que vão sendo ultrapassados limites, um caminho fusco e redentor que se vai iluminando. Iluminando as heranças outorgadas de pai para filho, e a mão paternal orientadora que guia os caminhos da vida, sejam bons, maus, ou belos.

 

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autor stipe07 às 22:57
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Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

A Rapariga do Capuz Vermelho

Depois do sucesso que foi Alice de Tim Burton, Hollywood continua a querer recontar de forma mais adulta os clássicos infantis. Assim, já é conhecido o primeiro trailer de um dos filmes mais aguardados em 2011, Red Riding Hood, ou seja, A Rapariga do Capuz Vermelho.

Catherine Hardwicke, realizadora de filmes como Treze – Inocência Perdida e do primeiro da saga Twilight, está de volta com este filme que se assemelha à história que todos conhecemos do Capuchinho Vermelho. O enredo relata a vida de uma aldeia medieval que é assombrada por um lobo e da relação entre a jovem Valerie (Amanda Seyfried) e Peter (Shiloh Fernandez), um lenhador, obviamente.

Nesta versão do conto, Valerie é uma mulher entre dois homens; Ama Peter, mas os seus pais já lhe arranjaram casamento com um homem rico chamado Henry (Max Irons). Então, dispostos a viverem o seu amor, Valerie e Peter decidem fugir, mas mudam de planos quando a irmã de Valerie é morta por uma criatura que assombra as redondezas da vila em que vivem e que leva a população a chamar um famoso caçador, Solomon (Gary Oldman).

A Warner Bros. é a distribuidora deste filme que tem a curiosidade de um dos produtores ser o reconhecido Leonardo DiCaprio. A estreia nos Estados Unidos será dia 11 de março e o filme chegaráa Portugal dia 12 de Maio.

Para além do Capuchinho Vermelho, descobri que os estúdios de Hollywood também estão a trabalhar em dois projectos que incidem sobre a Branca de Neve. Fica o trailer de Red Riding Hood;

 
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autor stipe07 às 20:21
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Hercules And Love Affair - Blue Songs

 

Os Hercules & Love Affair são uma banda americana idealizada em 2004 pelo DJ e produtor nova-iorquino Andy Butler. Inicialmente o projeto também integrou Nomi Ruiz, Kim Ann Foxman e Antony Hegarty (este último, vocalista dos Antony and the Johnsons) que já não faz parte da banda. Após assinar contrato com a DFA Records, lançaram o álbum de estreia em 2008, intitulado Hercules and Love Affair.

A banda vai lançar na próxima segunda-feira o seu segundo disco, Blue Songs. Embora a voz de Antony já não se ouça, são vários os vocalistas convidados para cantarem este trabalho influenciado pelo house que se ouvia na NY dos anos 90: a venezuelana Aerea Negrot, Shaun J Eright (que dá voz ao single My House) e Kele Okereke (Bloc Party) que canta em Step Up.

Do que li de algumas críticas de quem ouviu o disco e tendo em conta as três músicas que já conheço, parece-me que Blue Songs está de setas apontadas às pistas. My House, o primeiro single, aponta ao acid house e ao som típico das raves da década passada; O restante alinhamento deverá convergir pelo mesmo género de territórios e não tenho dúvidas que muitas músicas do disco vão motivar perda de calorias e dezenas de remisturas. Parece-me pois que os Hercules & Love Affair estão mais próximos da sonoridade que pretendem do que na estreia homónima. O disco encerra com It's Alright, uma versão de um original dos Pet Shop Boys, uma das grandes influências deste grupo nova-iorquino.

No dia 18 de fevereiro, a eletrónica provocadora dos Hercules & Love Affair vai invadir o Lux, em Lisboa. Quem lá estiver irá certamente ouvir grande parte de  Blue Songs. Confere o alinhamento e o single de apresentação; 

 

Painted Eyes

My House

Answers Come In Dreams

Leonora

Boy Blue

Blue Song

Falling

I Can't Wait

Step Up

Visitor

It's Alright

 


autor stipe07 às 21:52
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

3 de rajada... XII

De volta a 3 de Rajada..., deixo as minhas sugestões da semana com informação breve e pertinente para, quem queira, conhecer e tirar conclusões. Sugiro hoje Destroyer, The Wombats e R.E.M..

Destroyer - Kaputt

Os Destroyer são uma banda índie canadiana, encabeçada pelo produtor veterano Dan Bejar e que edita hoje  através da Merge Records Kaputt, o nono disco deste projecto. Kaputt é o single avanço do disco e foi realizado por Dawn Garcia. O projecto de Dan Bejar mistura agora universos sonoros de acid-jazz orgânico com os já habituais registos indie rock fantasioso, sempre com o toque peculiar do saxofone. Toca a ouvir e a tirar ilações!

Só em jeito de curiosidade, acresecento que Dan Bejar, nos tempos livres, faz também parte dos New Pornographers, dos Swan Lake e dos Hello, Blue Roses.

 

 

The Wombats – Never Knew I Was A Techno Fan

Os The Wombats são uma banda indie de Liverpool formada por três amigos em 2003; Matthew "Murph" Murphy, guitarrista e vocalista, o baterista Dan Haggis e o baixista sueco Tord Øverland-Knudsen. Escolheram o nome da banda ao acaso no dia do primeiro concerto. Apesar das suas performances, segundo a crítica, serem largamente alimentadas a álcool e com uma grande dose de parvoíce, o trio evoluiu rapidamente e actualmente insere a sua sonoridade no rock indie mexido e dançável. Never Knew I Was A Techo Fan, novo single da banda, é um bom exemplo disso!

 

R.E.M. - Uberlin

Uberlin é a quarta música de Collapse Into Know a ser apresentada ao mundo pelos norte-americanos R.E.M. e finalmente conseguiram surpreender-me. Bem sabia que lá para o meio do disco deviam de haver algumas pérolas escondidas; É quase sempre assim nesta banda de Athens, ou seja, nem sempre os singles reflectem a qualidade e a sonoridade dos discos! I'm flying on a star into a meteor tonight... Muito bom!

AQUI podes ver o vídeo oficial de Uberlin, onde a letra da música viaja pelo mapa do metro da cidade onde os R.E.M. gravaram Collapse Into Know.

 

 

 

Alguns discos lançados hoje;

Adele – 21
Cloud Nothings – Cloud Nothings
Cold War Kids – Mine Is Yours
Diddy: Dirty Money – Last Train To Paris
Funeral Party – The Golden Age Of Knowhere
Gang Of Four – Content
Glamour Of The Kill – The Summoning
Iron And Wine – Kiss Each Other Clean
Wanda Jackson – The Party Ain’t Other
The Joy Formidable – The Big Roar
T.I – No Mercy


autor stipe07 às 22:22
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Sábado, 22 de Janeiro de 2011

Os Demónios de Berlim

 

Descobri mais um livro que despertou a minha curiosidade e que me parece uma excelente proposta de leitura para quem se interessa pela história mundial contemporânea, nomeadamente a II Guerra Mundial.

O livro chama-se Os Demónios de Berlim, o autor é Ignacio del Valle e estará disponível no nosso mercado a 27 de Janeiro, pela Porto Editora.
O autor é considerado uma das novas vozes de Espanha e este romance encerra uma trilogia da qual fazem ainda parte O Tempo dos Imperadores Estranhos e A Arte de Matar Dragões, embora possa ser lido, segundo o que descobri, de forma independente.

 Em Os Demónios de Berlim, Ignacio del Valle apresentará, pelo que afiança a crítica especializada, uma perspectiva muito própria e bem fundamentada sobre os motivos que levaram à derrota nazi na Segunda Grande Guerra. Fica a sinopse;

 

Berlim, 1945. Os soviéticos avançam, imparáveis, pelas ruas repletas de escombros. Em toda a cidade a luta é violenta, e a derrota alemã está iminente. Arturo Andrade está no meio de todo aquele caos. A sua missão: localizar Ewald von Kleist, que acaba por encontrar morto na chancelaria do Reich com um misterioso bilhete nos bolsos.
Começa assim este thriller escrito com paixão e rigor documental que, com um ritmo que não dá tréguas ao leitor, nos aproxima de uma personagem que deverá enfrentar múltiplos demónios, os alheios e os seus próprios, para salvar a única coisa que parece escapar a este contexto atroz: o amor de uma mulher.

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autor stipe07 às 16:45
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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Curtas VI

Pandit - Pack Your Bags

Depois do single Artichoke, o projecto do cantor texano Lance Smith, a.k.a Pandit, volta a surgir com uma música e um vídeo sobre amores desencontrados em Pack Your Bags. Esta faixa está incluída no álbum ainda não publicado Eternity Spin.

 

 

 

Coma Cinema - Only

Conheci recentemente os Coma Cinema e gostei muito; Por isso estão por aqui hoje. São americanos e lançaram recentemente o seu segundo disco, Stoned Alone. Com uma sonoridade que varia entre o folk, lo-fi e indie e uma grande mistura de ritmos, têm um som bastante envolvente e cativante. Only navega pelos sentimentos; É uma canção boa para estes dias frios e um pouco cinzentos, muito bonita e que vale a pena ouvir!

 

 

The Very Most - Away In A Manger

A canção de Natal Away In A Manger foi ouvida pela primeira vez em 1885, em ambiente luterano, o que originou a ideia errada que o seu autor teria sido Martinho Lutero; Na verdade, o autor do original, pelo que percebi, é desconhecido. Deixo esta versão, atrasada quase um mês, dos americanos The Very Most.

 

 

 

R.E.M. - Mine Smell Like Honey

Eis o primeiro single oficial retirado de Collapse Into Now, o novo álbum da minha banda favorita, os norte-americanos R.E.M.. A música chama-se Mine Smell Like Honey e já se ouve em algumas rádios. Collapse Into Now, como tenho referido por cá com alguma insistência, chega às lojas a 7 de março e inclui participações de nomes como Eddie Vedder (Pearl Jam), Patti Smith e a canadiana Peaches.

Pelas três amostras que já conheço do disco, parece-me que não vai ser um álbum fácil para quem não é fã incondicional da banda, ou seja, mais uma vez, as altas expectativas poderão sair goradas. Por cá já não consigo esconder alguma decepção; Ainda não notei grandes diferenças em relação a Accelerate, o disco da banda que menos gosto e antecessor deste Collapse Into Now. Pode ser que o resto do álbum me surpreenda...

 

 

James - Of Monsters Heroes And Men

Hey Ma é o décimo álbum de estúdio dos britânicos James, uma das minhas bandas de eleição e já lançado em Abril de 2008. Confesso que nunca dei grande atenção aos trabalhos desta banda depois do regresso deles ao activo em 2007, salvo erro. Os discos lançados pelos James na década de noventa causaram-me demasiado impacto e emoção para achar que alguma vez voltariam a ter sobre mim o mesmo efeito. Lembro-me perfeitamente que me despedi oficialmente deles com Alaskan Pipeline, música que encerra Pleased To Meet You (2002) e a última canção desta banda de Manchester que me levou à lua.

Agora, depois de ouvir Of Monsters Heroes And Men confesso que me sinto arrependido pela tal pouca atenção e com vontade de recuperar  o tempo perdido. É fantástico voltar a ouvir a voz de Tim Booth a fazer-me sentir arrepios e a obrigar-me a olhar mais uma vez para o alto, nestas últimas noites frias, mas de lua cheia, dentro do meu casulo.

 


autor stipe07 às 21:07
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