Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Hoje.

Hoje?

Hoje vai ser um dia bom...

 

A slaveship, lost at sea
A slaveship, lost at sea
And I'm drowning, your waters deep
I'm drowning, your waters deep
A spaceship, in the country
A spaceship, in the country
And we're flying, into green
We're flying, into green

And I told you a thousand times (sold you a thousand lies)
I love you, would you marry me?
I love you, would you marry me?

The city, there's an empty street
The city, there's an empty street
And we're dancing, to the lonely beat
We're dancing, to the lonely beat
Your building, is where we'll meet
Your building, is where we'll meet
And I'm hungry, lets get something to eat
I'm hungry, lets get something to eat

Cos I told you a thousand times (sold you a thousand lies)
I love you, would you marry me?
I love you, would you marry me?

Your daddy, he ain't like me
Yoir daddy, he ain't like me
I'm striving, I so wanna be
I'm striving, I got to agree
One day girl, you'll be my queen
One day girl, I'll be your king
And we'll reign, in a castle supreme
We'll reign in, a castle supreme

Cos I told you a thousand times (sold you a thousand lies)
I love you, would you marry me?
I love you, would you marry me?
Cos I told you a thousand times (sold you a thousand lies)
I love you, would you marry me?
I love you, would you marry me?

 

feeling:
music: Josh Rouse - Slaveship
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autor stipe07 às 11:36
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Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Canções de Amor!

Gosto de canções de amor...

As bandas que fazem parte da minha vida, entraram nela, muitas vezes por causa das canções de amor que escreveram.

Já fiquei marcado por várias canções de amor mas nunca, como nos dias de hoje, fiquei marcado de forma tão intensa por algumas, ou fui tão feliz ao ouvi-las!

Ficam as minhas canções de amor do momento... Aquelas que me fazem sorrir e me permitem ver e sentir a presença de quem amo, quando está ausente.


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autor stipe07 às 11:51
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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Novidades, Novidades, Novidades... :)

Ficam algumas novidades musicais...

 

Para começar, os outrora aclamados, depois extintos e agora ressuscitados James têm música nova. Chama-se Not So Strong e poderão fazer download da mesma AQUI.

Not So Strong, fez-me recordar os James de 1999, Millionaires e de 1992, Seven, ou seja, ainda andam à procura da fórmula certa depois do retorno. Após a enorme decepção que foi, pelo menos para mim, o último disco Hey Ma, de 2008 (mas era gira a capa com o bebé, admito), pode ser que eles agora estejam a reencontrar-se; Gostei muito do solo final do trompete. 

 

Quem também tem música nova já a rolar nas rádios são os britânicos Editors. A música chama-se Papillon e é a primeira conhecida do novo disco da banda, que será editado em Outubro, intitulado Is This Light And On This Evening.

Mais uma banda a render-se ao sintetizador, depois de Franz Ferdinand e dos The Killers. É o revivalismo dos anos 80 em força! E a música cheira imenso a Depeche Mode, com tudo o que isso tem de bom e de mau.

A 10 de Dezembro, a banda deverá actuar no Campo Pequeno, em Lisboa.

Fica Papillon...

 

 

Os R.E.M. estão prestes a lançar mais um duplo álbum ao vivo, com vários extras e raridades. Desta vez serão os concertos que a banda deu em Dublin, em 2007, onde experimentou pela primeira vez as novas músicas que fazem parte do seu último disco de originais Accelerate. Esses concertos foram uma tremenda aventura, nas palavras da banda, porque, pela primeira vez na carreira, apresentaram ao vivo um álbum sem ter sido editado ainda, ou seja, estavam cientes que o público não iria reconhecer algumas músicas dos concertos e não sabiam qual iria ser a reacção do mesmo ao novo material.

É mais um álbum ao vivo da banda; vale pelo documentário e pela observação da reacção dos fãs às novas músicas. Em Dublin, a banda também tocou alguns temas que raramente fazem parte do alinhamento dos seus concertos, com especial referência para Let Me In, música de tributo de Mchael Stipe a Kurt Cobain , incluída em Monster, 1995.

AQUI, poderás saber mais informações acerca de REM Live At The Olympia In Dublin 39 Songs, ouvir algumas das músicas e ver um pequeno excerto de um documentário que estará incluído na encomenda, onde se poderá ver a preparação e ensaios para os concertos e saber a setlist do disco.

 

Eis outra notícia também aguardada por muita gente.

Os Arctic Monkeys, que acabam de lançar Humbug,  o seu terceiro disco de originais, produzido por Josh Homme, dos Queens Of The Stone Age, confirmaram duas datas em Portugal, no início do próximo ano. Assim, a banda tocará no Coliseu do Porto, dia 2 de Fevereiro de 2010 e no Campo Pequeno, em Lisboa, no dia seguinte. Os bilhetes já estão à venda desde ontem, nos locais habituais.

 

Prossigo, referindo que no Outono, e tendo em conta só a música que mais me interessa, sairão outros discos, além do já referido dos Editors.

 

Assim, será lançado o novo álbum dos franceses Air, com o título Love 2. A dupla francesa voltou a pegar em guitarras e aproximou-se de Moon Safari, o que me deixa bem mais feliz com a banda, depois da pequena decepção que me deram em Pocket Symphony!! São já conhecidas as músicas Do The Joy e Sing Sang Sung; A primeira música que refiro, recorda-me Sexy Boy de Moon Safari Surfin in A Rocket de Talkie Walkie; bons indícios, portanto!

Fica o alinhamento completo de Love 2.

 

Do The Joy

Love

So Light Is Her Footfall

Be a Bee

Missing The Light Of The Day

Tropical Disease

Heaven's Light

Night Hunter

Sing Sang Sung

Eat My Beat

You Can Tell It To Everybody

African Velvet 

 

E o vídeo de Do The Joy

 

 

Ainda em Outubro, no dia 5, os Massive Attack irão lançar um EP  que incluirá os temas Splitting The Atom, com voz de Horace Andy e Pray for the Rain, com Tunde Adebimpe, dos TV On The Radio. Estes dois temas farão parte do novo disco de originais da banda britânica, ainda sem título conhecido e que será lançado em Fevereiro de 2010. Este EP incluirá também duas remisturas novas: Uma para Pray for The Rain, por Van Rivers & The Subliminal Kid e uma remix de Bulletproof Love, por Christoff Berg. Splitting the Atom já toca desde ontem nas rádios britânicas e deverá ser ouvido em breve por cá.

Entretanto e no que diz respeito ao novo disco da banda, conforme já referi anteriormente neste blog, estão confirmadas as participações de  vários convidados de luxo: Damon Albarn (Blur/Gorillaz),Tunde Adebimpe (TV On The Radio), Guy Garvey (Elbow) e Hope Sandoval (Mazzy Star), vão juntar-se ao já habitual convidado Horace Andy, para assegurar as vozes da música de 3D e Daddy G, os grandes mentores do projecto Massive Attack. Esta é pois também uma excelente notícia para mim e para muitos de vós, suponho!

Fica a capa bizarra mas, quanto a mim, muito bonita, do EP. Quanto a possibilidade de audição, quando tiver novidades informo e disponibilizo, obviamente!

 

Massive Attack com vocalistas de Elbow/Gorillaz, Blur e TV On The Radio em novo álbum -
 

Se nas nossas rádios ainda não se ouve a nova música dos Massive Attack, é no entanto já possível escutar o novo single daquele que é actualmente, o mais bem sucedido cantor e compositor português; Refiro-me obviamente a David Fonseca. A música chama-se Cry 4 Love e adorei a audição da mesma; A bateria está muito bem tocada, os violinos introduzem a música de forma subtil mas grandiosa, a voz do David está sublime e a letra... bom, a letra tem algumas das frases mais bonitas que já li neste autor. É uma bela canção de amor, daquelas que me faz suspirar!

O quarto disco de originais de David Fonseca, a sair também em Outubro, e que incluirá Cry 4 Love, ainda não tem título definido; Mas deve estar para breve!

Fica a música e a letra; desafio-vos a acompanhar a audição com a leitura... sabe bem!

Se alguém quiser fazer o download grátis da música, é só carregarAQUI!

 

No one can love me the way that you do
Yeah, i was the captain of my own ship of fools
I fled to the ocean, i aimed for the stars
So your face was a light that kept me saved from the dark
So i say please, say please

 

 

 

Girl you see me smiling
Girl i'm singing words of joy to the world
Between the lines it's hidden in the smile
Can't you hear a cry for love

 

I jumped to the water, i swam to the shore
Turned up at your doorstep, i slept on your floor
I woke up in panic, i dreamt you were gone
You're gone, you're gone
I stood there in silence with the damaged i've done
But now it's done, it's done so

 

Girl you see me smiling
Girl i'm singing words of joy to the world
Between the lines it's hidden in the smile
Can't you hear a cry for love

 

I'll keep on smiling
Girl i'll keep on playing my songs to the world
Between the lines it's hidden in the smile
Can't you hear a cry for love

 

A cry for love

 

A cry for love

 

Paulo Furtado que assina a solo como Legendary TigerMan, também tem disco novo em Outubro. Chama-se Femina e conta com a participação de nomes tão conhecidos como Rita Red Shoes ou Asia Sargento.

Life Ain't Enough For You é o primeiro single e foi uma agradável surpresa a sua audição. A voz de Asia Sargento dá um tom muito The Kills à música, reforçando o mistério e a sensualidade e dando um toque mais feminino às principais qualidades da música de Paulo Furtado; a virilidade e a aspereza, típicas da soul. Paulo Furtado é de Coimbra, mas poderia muito bem ter nascido no Tenesse que não lhe teria ficado nada mal.

 

 

E finalmente, fala-vos do novo disco dos Muse, intitulado The Resistance. United States Of Eurasia é a primeira música já conhecida e muito boa por sinal. Façam favor de a ouvir, porque tem um solo de piano extraordinário e a voz de Bellamy está mais doce e intensa que nunca! E no fim, digam-me se ela não tresanda a Queen, numa fase inicial, por todos os poros... Vale a pena...

Já agora, quem quiser ouvir os primeiros 30 segundos de cada faixa de The Resistance, carregue AQUI!

 

 

 É Que Também Assim, Com Música Desta, Se Vai à Lua Todos Os Dias!!!

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music: Cry 4 Love
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autor stipe07 às 14:18
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Sábado, 22 de Agosto de 2009

Apocalypse Now - 30 anos

 

A guerra do Vietname não tinha terminado há um ano sequer e o coração americano ainda estava ferido de uma guerra que tinha custado aos Estados Unidos mais de 60 mil mortos e centenas de milhares de veteranos estropiados, quando Francis Ford Coppola começou, em 1976, a rodagem daquele que é, para mim, o melhor filme de guerra de sempre, Apocalypse Now. Importa relembrar que em 2001 o filme foi alvo de uma edição melhorada, tendo sido acrescentadas algumas novas cenas, Apocalypse Now - Redux.

Coppola já tinha em sua posse o argumento, escrito por John Millius, adaptado da obra O Coração das Trevas, da autoria de Joseph Conrad e ele próprio não o queria realizar visto estar ocupado com as filmagens de O Padrinho II. Chegou a oferecer a realização a George Lucas, mas este recusou por estar absorvido com outro mito, Star Wars. Assim, decidiu ele próprio avançar com as filmagens, tendo o filme estreado em Agosto de 1979.

Três anos depois da estreia do filme, o mesmo obtém  a Palma de Ouro no Festival de Cannes.

A rodagem do filme decorreu nas Filipinas e ela própria valeu um filme, Heart of Darkness: A Filmmaker's Apocalypse, que contou a história de uma obra que parecia amaldiçoada, mas que acabou por se tornar numa das obras-primas do cinema contemporâneo. Poucos dias após o início das filmagens, o protagonista, Harvey Keitel, é despedido; o seu substituto, Martin Sheen, tem um ataque cardíaco poucos dias após chegar ao local das filmagens; uma vaga de tufões destruiu várias vezes alguns dos cenários do filme; Marlon Brando, fez questão de nunca ler o guião.

Além de Marlon Brando e Martin Sheen, o filme conta com outros actores conhecidos; Lawrence Fishburn, Harrisson Ford, Dennis Hopper, Albert Hall e Robert Duvall foram alguns.

Apocalypse Now relembra-nos o absurdo que é qualquer guerra e o absurdo que foi a guerra do Vietname em particular. A violência gratuita e a destruição patentes no filme, causaram um impacto enorme na opinião publica americana e mundial, aquando da estreia. Neste filme Coppola consegue colocar o espectador no cenário de guerra e fazer com que ele veja os seus horrores; fica bem exposto o sofrimento do soldado americano, o sentimento de que muitos jovens pereceram ali, sem motivo aparente, devido a uma guerra mal explicada e injustificada e mostra o sofrimento do povo Vietnamita, muitas vezes ridicularizado e que não viu os mais básicos e elementares direitos humanos, respeitados pelas forças armadas dos Estados Unidos, durante o conflito. É um filme cru e violento, que mostra o melhor e o pior da condição humana e como um cenário de guerra pode alterar pessoas e comportamentos. Acaba por ser, infelizmente, um filme ainda bastante actual!

Quem o viu certamente recorda-se de duas das cenas mais emblemáticas da história do cinema e que são sequenciais; o ataque de helicópteros Huey à praia vietcong, enquanto toca The Ride Of The Valkyries, do compositor Richard Wagner e o desembarque dos Huey na praia, ao mesmo tempo que a aldeia é bombardeada com napalm e Kilgore insiste que alguns dos seus homens façam surf nas ondas da praia.

O ataque à aldeia junto à praia, é uma cena em que banda-sonora e cena deixaram de poder ser indissociáveis. Quem ouvir The Ride Of The Valkyries, lembra-se automaticamente da cena; quem vir a cena, sem som, consegue escutar automaticamente dentro de si, a música de Wagner. Música e cena tornaram-se numa só!

Ambas as cenas foram filmadas só com 5 câmaras, teve de ser tudo filmado ao mesmo tempo enquanto os F-4 chegavam e largavam o napalm, o que deu origem a uma das sequências mais difíceis de montar na história do cinema!

Fica o ataque à praia vietcong...

E o desembarque, na versão Apocalipse Now - Redux, de 2001.

I Love The Smell Of Napalm In The Morning - Kilgore.

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music: The Ride Of The Valkyries - Wagner

autor stipe07 às 15:46
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Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009

A Norte Do Mundo

 

na torre

que os santos guardam

os anos passam

e eu fiquei a sós

 

na torre

onde chamo em vão

onde perco a razão

perdi a tua voz

 

não vais

voltar quando eu te chamar

ser o encanto por quebrar

ver a torre nunca mais

nunca mais...

 

na torre

este silêncio diz

que o teu amor não quis

ter razões p'ra ficar

 

quem mais

há-de ser quem vou chamar

quando o encanto se quebrar

quando a noite não passar

nunca mais

 

não vás partir

em vão

não vás quebrar

o encanto

 

não vás partir

em vão

jamais quebrar o encanto

 

Sétima Legião - A Norte Do Mundo

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music: Sétima Legião - A Norte Do Mundo
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autor stipe07 às 12:56
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2009

Próximas Visitas ao Cinema.

As próximas visitas ao cinema serão para ver estes três filmes...

 

 

Ja mencionei AQUI o novo filme de Quentin Tarantino, Inglourious Basterds, que em Portugal se irá chamar Sacanas Sem Lei; tem estreia marcada para daqui a cerca de dez dias, ou seja, 27 de Agosto.

Como em Maio referi, o filme é sobre um grupo especial de soldados americanos de ascendência judaica que,  na França ocupada durante a segunda guerra mundial, têm como principal passatempo espalhar o terror entre os soldados nazis.

O que poderemos então esperar deste filme? O habitual nos filmes do Tarantino; Tortura, violência psicológica, momentos bizarros e óptimos diálogos.

Fica de novo o trailer...

 

 

 

 

 

 

UP – ALTAMENTE! é uma comédia de aventuras sobre um vendedor de balões de 78 anos, chamado Carl Fredricksen, que finalmente realiza o sonho da sua vida; Prende milhares de balões à sua casa e dá início a uma grande aventura quando consegue voar em direcção à América do Sul.

No entanto, ele vai descobrir que o seu maior pesadelo também embarcou nesta viagem… Um explorador da natureza, de 8 anos, chamado Russel.

Fica o trailer...

 

 

 

Public Enemies retrata a história de John Dillinger que ficou conhecido com o maior ladrão de bancos dos Estados Unidos. Reza a lenda que dois minutos eram suficientes para limpar um cofre. No auge da Grande Depressão, Dillinger era visto como uma espécie de Robin dos Bosques, já que não roubava os clientes dos bancos e não fazia mal aos seus reféns.
O FBI e o seu director, J. Edgar Hoover, conhecido na época por ordenar métodos de investigação pouco ortodoxos e por ser vaidoso, criou uma equipa especial no FBI para capturar Dillinger; Designou no seu comando o investigador Melvin Purvis, personagem interpretada por Christian Bale.
As críticas referem que a actuação de Johnny Depp, como John Dillinger, é sublime. Depois do pirata Jack Sparrow, do pasteleiro Willy Wonka e do barbeiro vingativo Sweeney Todd, Depp volta a interpretar um personagem comum; Na minha opinião, quer o seu olhar, quer a sua postura, fazem hoje dele um dos maiores actores da actualidade.

Fica o Trailer...

 É Que Também Assim, Com Filmes Destes, Se Vai À Lua Todos Os Dias...

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music: Tarantino OST
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autor stipe07 às 11:06
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Radiohead - These Are My Twisted Words

 

Já não deve ser propriamente uma surpresa para a maioria, até devido ao mediatismo da própria banda, mas os Radiohead têm novidades! E são novidades boas!

Depois de terem editado In Rainbows, no início de 2008, com selo próprio e antes de ter chegado às lojas, o álbum ter sido disponibilizado na internet para ser descarregado pelos fãs ao preço que pretendessem pagar, uma das maiores bandas de rock alternativo do planeta voltou a inovar.

O grupo, nas palavras do guitarrista Johnny Greenwood, encontra-se um pouco confuso acerca do melhor método para disponiblizar a música que vai fazendo, até porque, por opção própria, não está vinculado a qualquer distribuidora ou editora; assim, as primeiras notícias dão conta que a banda em vez de editar os próximos discos em álbum, com 10/12 músicas, poderá passar a disponiblizar a música que for fazendo no formato EP, ou seja, menos musicas de cada vez, mas com maior frequência. E pelos vistos os Radiohead já têm bastante material novo para divulgar!

Assim, antes de chegar o próximo trabalho em Álbum, EP, Single, ou seja de que forma for, nos formatos habituais (CD, Vynil), os Radiohead disponibilizaram uma música no formato mp3 e com possibilidade de download gratuito!

Assim, quem estiver interessado em ouvir These Are My Twisted Words, basta clicar AQUI e descarregar os ficheiros existentes que, além da música, incluem uma imagem e um ficheiro.pdf com artwork para imprimir e montar.

Quanto à música em si, ainda não consegui absorvê-la, como é habitual nos Radiohead. Só com frequentes audições que levam à descoberta de detalhes, novos sons e de um sentido para a música, é que conseguirei ter uma noçao mais clara da mesma. E essa é a magia desta banda; não ter uma audição fácil, quase forçar-nos a ouvirmos com atenção, a envolvermo-nos na atmosfera e na sonoridade e a descobrir em cada música nova dos Radiohead, novas e diferentes sensações.

Espero que gostem! Poderá não ser fácil, mas acho que vale a pena tentarem...

Já agora, caso faças download, ou já tenhas ouvido These Are My Twisted Words, deixa a tua opinião no final do post, em comenta - bad talk. Tenho muita curiosidade em saber o que os leitores deste blog acham da música!

Deixo também o vídeo e a letra da mesma...

 

 

These are my twisted words
When I feel you still walking
I know I should not look down
But I’m so sick of just talking

When are you coming back?
I just can’t handle it
When are you coming back?
I just can’t handle it

When are you coming back?
I just can’t stand it
I just can’t handle it

 

É Que Também Assim Se Vai À Lua Todos Os Dias...

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music: Radiohead - These Are My Twisted Words
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autor stipe07 às 15:51
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Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Os discos do dia...

De Um Tempo Ausente - album cover

 

De Um Tempo Ausente é o grande disco da Sétima Legião (nome da legião romana que veio à Lusitânia), para mim a melhora banda portuguesa de sempre, formada em 1982 por Rodrigo Leão, Pedro Oliveira e Nuno Cruz. Este disco foi lançado em 1989 e é, sem qualquer dúvida, um dos discos maiores e fundamentais da história da música portuguesa contemporânea. 

Este foi um dos primeiros discos a entrar na minha colecção particular, já na década de 90, quando consegui ter possibilidades de adquirir os meus primeiros discos. No entanto, ainda em 89, chegou-me às mãos gravado numa cassete de 90 minutos. Lembro-me de na inocência e timidez dos meus 15/16 anos, passar dias inteiros a desejar que chegasse a noite para, no escuro do meu quarto e no conforto da minha cama, ficar ali, debaixo dos lençóis, com o meu primeiro leitor portátil, ainda de cassetes, a ouvir, do lado A, De Um Tempo Ausente e do lado B o grande disco do colectivo e super-grupo, a Resistência, Palavras Ao Vento; Quem não se lembra e não sabe as suas letras deste disco todas de cor?

E lembro-me de ficar ali, bem no escuro, a sentir o impacto das letras dentro de mim, a construir clips das músicas no meu imaginário, a imaginar como seria o dia-a-dia do nosso reino em plena época das descobertas, ou a sonhar com viagens no tempo, ao período dos castelos, das damas da corte e dos cavaleiros que davam a vida pela honra e também, tantas vezes, por amor... Em suma, ficava a desejar muitas vezes que na minha vida viessem a suceder no futuro momentos como os descritos em todos aqueles poemas tão belos!

Foi com este disco que despertei definitivamente para a música portuguesa e ganhei vontade de descobrir e acompanhar, nos anos seguintes, nomes tão importantes como os Sitiados, Madredeus, Três Tristes Tigres, os próprios Delfins na sua fase aúrea, as carreiras a solo de Rui Veloso e do Luís Represas e, já no final da década de 90, Clã, Ithaka, Plástica, Ornatos Violeta e tantos outros.

De Um Tempo Ausente teve a contribuição de nomes tão importantes como Luís Represas (sublime em Senhora Das Rosas), Flak, Miguel Teixeira ou Pedro Ayres Magalhães, entre outros. Contém temas tão conhecidos como Por Quem Não Esqueci, Porto Santo, Sem Ter Quem Amar e a lindíssima balada Navegar.

No entanto destaco neste disco a última música, Se A Manhã Chegar, para mim a letra mais bonita que a banda alguma vez escreveu... E acreditem que não foi fácil a escolha!

 

Quando a Lua passa nas janelas

tão devagar

abres as portas e deixas as velas

por apagar

até a manhã chegar

 

Vim com a Lua de outras cidades

p'ra te tocar

abre a porta que trago saudades

por apagar

até a manhã chegar

 

Trago a Lua de outras cidades

p'ra te tocar

tu tens as velas e eu tenho as saudades

por apagar

até a manhã chegar

 

Se a manhã chegar...

 

Eis Wah Wah, o disco dos James que poucos conhecem e aquele que mais ouço! Descobri os James com o Seven, ao mesmo tempo que ouvia Out Of Time dos REM, Achtung Baby dos U2 e Nevermind dos Nirvana. Seven incluia faixas tão conhecidas como HeavensRing The Bells, Born Of Frustration ou Bring a Gun. Era um disco fantástico, intenso, cheio de grandes solos de guitarra e com uma secção de sopro (clarinetes e trompetes) que lhe dava uma sonoridade épica, imponente, vindo a transformar algumas das músicas dos James em verdadeiros hinos.

Depois do grande boom comercial que foi Seven, os James, vêem-se na difícil situação de ter de repetir o sucesso, de preferência sem copiar a fórmula; para o conseguir, recorrem a Brian Eno, para criar aquela que é para mim a sua grande obra prima, Laid; este disco, que também aposto que todos conhecem, inclui músicas tão conhecidas como Sometimes (Lester Piggott), Say Something, Laid (quem não se lembra de ver o videoclip no Top + com a banda toda vestida com adereços femininos e a efectuar tarefas domésticas intercaladas com a ingestão de bananas?), One Of The Tree, Lullaby (a mais bela canção de embalar que conheço) e a música de abertura do álbum, capaz de arrombar qualquer coração mais frio, a indescritível Out To Get You.

Wah Wah é uma espécie de lado B de Laid, mas também muito mais que isso. À medida que Tim Booth, Soul Davies, Jim Glennie, Larry Gott, Mark Hunter e os restantes colaboradores da banda chegavam ao estúdio para gravar Laid, faziam algumas Jam Sessions, ou seja, o chamado aquecimento, criando vários momentos de improvisação. Muitas vezes gravaram mesmo sons ambiente; exemplo disso são as faixas Low Clouds ou Laughter, inlcuídas em Wah Wah. Brian Eno gravou todos esses momentos e acabou por produzir os melhores, concluindo que poderiam dar origem a um disco. Mas, como afirmei logo no início, é redutor dizer que Wah Wah é tudo aquilo que sobrou das gravações de Laid; Wah Wah é feito de momentos de liberdade, instantes em que a banda tocou sem estar presa às exigências de Laid e ao rumo previamente traçado para esse disco.

Pressure's On, a segunda faixa de Wah Wah, é um exemplo maravilhoso daquilo que os James conseguiam fazer numa onda mais alternativa, sem estarem presos às exigências comerciais de uma banda com um historial e uma qualidade tão grandes. E é também uma grande canção de amor!

Sei que há muita gente que diz adorar James mas que desconhece este disco e nunca o ouviu. Wah Wah é um documento essencial para perceber a discografia da banda e ficar-se com a noção de que os James sendo uma banda pop, eram também capazes de fugir ao mainstream e criarem belos momentos melódicos, pelo puro prazer de tocarem juntos e de improvisar.

 

I'm in a deep depression
Face of self-control
Shown to the world of confident
Pray your fears won't show
Cry

Break your first impressions
Recreate your will
Love's at the heart of everything
Let love be your goal

Cry

My whole world
Breaking down
The pressure's on
The pressures' on
This whole way's
Falling down
The pressure's on
The pressure's on
The pressure's on

Cry
Cry

 

 É Que Também Assim Se Vai À Lua Todos Os Dias...

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music: James, Sétima Legião
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autor stipe07 às 21:18
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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

Trimm Trabb

Hoje tenho estado particularmente vidrado nesta música...


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Trimm Trabb é a faixa 11 de 13, o álbum Radiohead dos Blur, de 1999 e talvez o meu preferido da banda, que inclui as conhecidas Tender e Coffee & TV. Parece que em breve os Blur irão voltar com um novo disco; Espero que Coxon e Albarn se entendam, resolvam misturar 13 e Think Tank e assim poderemos ter um dos grandes discos do final da década. Eu estou particularmente ansioso. E Que Também Assim, Com Música Desta, Se Vai À Lua Todos Os Dias!
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music: Trimm Trabb - Blur
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autor stipe07 às 21:24
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Dias de Lua Cheia...

Nestes primeiros dias de Agosto assiste-se à plena fase lunar de lua cheia, que perdurará pelo menos nos próximos 4 dias... ou melhor, noites!

E se eu adoro a lua, amo a lua cheia! Adoro sentir o fascínio que a lua, cheia de luz, coberta de um amarelo único e resplandescente, me suscita; Gosto de ficar a olhar para ela e sentir que aquela luz do sol, reflectida no nosso satélite natural, me protege, me guia e, fazendo-me sonhar com coisas tão bonitas como aquelas que tenho sonhado ultimamente, ajuda-me a ver com uma clareza cada vez maior a minha vida, o meu futuro, os meus sentimentos e os meus desejos mais profundos.

Adoro as noites de lua cheia e ontem descobri que ela tem uma magia diferente junto a um rio, acompanhado por pessoas cuja existência ignorava há meses atrás, mas que já me conquistaram pela forma humilde, sincera, engraçada e divertida como me acolheram no seu seio. Espero no futuro, pela vida fora, ter o privilégio de poder dar a estes novos amigos e familiares algo que os faça sentirem que podem contar sempre comigo e, mesmo de uma forma simbólica, conseguir contribuir para lhes facultar algo de bom, mais que não seja, produzirmos aquela curta-metragem!

É bom numa noite de lua cheia estreitar novos laços, estabelecer cumplicidades, trocar pequenos gestos de carinho, segurar uma cerveja na mão e ouvir histórias simples, aparentemente banais, mas que poderiam fazer parte da biografia de qualquer um de nós.

A noite desperta os nossos sentidos, faz-nos muitas vezes ver ainda mais além e com uma clareza maior do que a permitida pela luz do dia, especialmente quando, numa noite de luar, perdemos algum tempo a olhar para dentro de nós. E com todos os sentidos bem despertos, é bom conseguir prescrutar um sorriso sincero na luz do luar e vê-lo reflectido nas águas desse rio que quero muito ver todas as manhãs, no amanhã mais belo que poderia desejar para mim, um amanhã que poderá estar prestes a nascer.

É bom numa noite de lua cheia ficar a olhar para um cubo amarelo e poder discutir alegremente os pequenos e grandes detalhes essenciais ao conforto do dia-a-dia e de uma vida em comum, que se pretende sempre cheia de alegria, cor, muito boa disposição e todo o amor possível! É bom perceber que o destino realmente existe, funciona e que, amando a lua como sempre amei, o nosso cubo só poderia vir a ser da cor da fase em que a lua me parece mais bela e maior fascínio me provoca! É como se este cubo fosse o nosso pedacinho de lua aqui na Terra... :)

É bom, no fim das noites de lua cheia e nas outras também, ao ficar só, fechar os olhos, rever o dia que termina e ter a noção que me sinto cada vez mais preenchido do que sempre idealizei para o meu futuro nas outras noites de lua cheia em que estava só onde, além de viver na solidão, convivia com o medo de nunca vir a conseguir ser feliz.

É bom olhar para a lua cheia e rever-me na simplicidade da mesma... Ter a noção exacta de que às vezes parece que o que me contenta é pouco mas, no fundo, é tudo o que nós, humanos que amam, sonham e sentem, anseiam, porque preenche! Algo que pode ser difícil de alcançar para outros humanos que têm medo de amar e que gostam de complicar, vivendo assim numa permanente insatisfação!

Mais difícil do que conviver com a infelicidade e sair dela, poderá ser estar feliz e lutar todos os dias para se merecer esse estado de plenitude! A lua cheia também me tem ajudado a encontrar o melhor caminho e a ouvir com cada vez maior clareza os sinais e as pistas que me vão sendo transmitidas por Smartiees e descodificadas no meu coração!

É Que Também Assim Se Vai À Lua Todos Os Dias...

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music: Radiohead - Sail To The Moon
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autor stipe07 às 14:37
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