Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Os meus 10 discos

Às vezes um bom post surge quando se pensa no óbvio. Este meu blog sobre música, a minha música, a música que gosto, a música que me faz bem e me deixa feliz, já deveria conter há muito tempo este post; os 10 discos que me influenciaram musicalmente, que me marcaram por uma ou outra razão, que me ensinaram algo novo e importante acerca da música e que de certa forma me mudaram.

Há aqui discos que dificilmente serão destronados, mesmo tendo em conta que tenho uma visão bastante abrangente da música e me considero versátil e receptivo.

Podem não ser os dez melhores discos que ouvi até hoje, mas são certamente os que sustentam esta minha paixão...

Em cada um destaco a(s) faixa(s) mais marcantes para mim, alguma da banda-sonora da minha vida e que me acompanhará sempre!

 

 

Man On The Moon

Find The River

Try Not To Breathe

Nightswimming

One Of The Tree

Sometimes

Laid

Five-o

Say Something

Lithium

Come As You Are

In Bloom

Zero

Tonight, Tonight

Porcelina Of The Vast Oceans

Bullet With Butterfly Wings

Beautiful

By Starlight

No Alarms, No Surprises

Electioneering

Paranoid Android

Let Down

Rebellion (Lies)

Une Année Sans Lumiére

Wake Up

Stáralfur

Viðrar Vel Til Loftárása

Ágætis Byrjun

Yellow

Everything's Not Lost

Sparks

Last Stop: This Town

Cancer For The Cure

Climbing To The Moon

P.S. You Rock My World

 How To Be Dead

Spitting Games

feeling:
music: Beautiful
tags: ,

autor stipe07 às 17:50
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Agaetis Byjrun - 10 anos

Agaetis Byrjun , o álbum que empurrou uma das bandas da minha vida, os islandeses Sigur Rós para a ribalta, completa 10 anos em 2009 e eles já começaram a celebrar. E eu também... :)

Para já, disponibilizaram duas canções ao vivo, gravadas na noite em que o álbum foi pela primeira vez apresentado ao público, a 10 de Julho de 1999 na Icelandic Opera House.

Os dois presentes para nós são apresentados em formato vídeo e áudio: a gravação de Nyja Lagid (tema que nunca chegou a ser incluído em Agaetis Byrjun nem em qualquer outro álbum) para a Icelandic TV pode ser vista abaixo e O ficheiro grátis de Hafssolpara fazer o download grátis de "Hafssol" (canção incluída em Von , o primeiro álbum) basta seguir este link.

Foi com este disco, que um dos meus grandes amigos e principal companheiro de takkiceland10 me mostrou um dia em sua casa, que conheci esta banda marcante! Agaetis Byrjun mudou a minha vida, a percepção que tinha pela música e aumentou o meu amor por ela.

Entretanto fica a minha faixa preferida de Agaetis Byrjun, Stáralfur, numa versão especial, incluida no documentário Heima. É, sem qualquer dúvida, e será sempre, juntamente com Hoppipolla, do álbum Takk, uma das músicas da minha vida!

Com Stáralfur tive duas audições marcantes; A primeira foi numa belíssima praia alentejana, em 2002, ainda com um velhinho leitor de cds portátil; Estava completamente só naquele areal imenso, sentia que ele era só meu e quis ver um dia de Agosto a nascer, após ter curtido BRMC, Air e Muse na noite anterior. De impermeável a tapar-me a cabeça e mãos no bolso, marquei na areia daquela praia algumas pegadas importantes e senti uma liberdade imensa que raramente tinha experimentado antes! E naquele dia não tenho a menor dúvida que os primeiros raios de sol foram meus... E por isso, senti uma felicidade momentânea e difícil de descrever. 

A outra audição, igualmente profunda, mas agora partilhada, foi  num final de tarde de Janeiro de 2005, numa sexta-feira, juntamente com um grande amigo! Juntos, no meu carro, apesar do frio intenso que se sentia, abrimos os vidros e ouvimos Stáralfur no volume máximo! Tentámos cantá-la, dando voltas sucessivas ao largo principal da terra mais bonita do mundo e onde hoje sou realmente feliz - Castelo de Paiva! Nesse instante percebemos ambos que seríamos amigos para o resto das nossas vidas e que eramos muito felizes por as coisas às vezes parecem assim tão simples e tão intensas, simultâneamente! Hoje essa amizade é um dos meus suportes e a essência do projecto DJ DuponDT.

Se todos ouvissem esta música esporadicamente, duvido que houvesse tantas guerras e tanto ódio neste mundo!

Ou talvez eu seja só mais um sonhador...

Também eu comemoro intensamente os dez anos de Agaetis Byrjun porque foi, sem dúvida um disco que mudou a minha vida!

E 10 anos depois, ainda continua a conseguir fazê-lo...

feeling:
music: Nyja Lagid
tags: ,

autor stipe07 às 22:51
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

RIP Michael Jackson II

De repente lembrei-me que também gosto bastante desta enorme e feliz lamechice! Uma música muito bem escrita...

Whisper three words and I'll come runnin'
And girl you know that I'll be there
I'll be there


Muito bom...

 

Não deixa só 3 filhos orfãos... Deixa também orfã toda a música pop.

 

feeling:
music: You Are Not Alone

autor stipe07 às 14:42
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RIP Michael Jackson

Faleceu Michael Jackson.

Fica a minha favorita...

 

feeling:
music: Billy Jean

autor stipe07 às 08:11
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

DJs DuponDT - Próximo DJAct

DJs DuponDT

Próximo DJAct - Sábado, 27 de Junho 2009

(Por volta das 3h00)

Mais informações em http://www.myspace.com/djsdupondt

feeling:
music: Hot Hot Heat - Bandages (Illuminoids Remix)
tags: ,

autor stipe07 às 09:30
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Moby - Pale Horses

Já falei aqui do próximo disco de Moby, Wait For Me, que será lançado mundiamente dia 22 de Junho, quando apresentei o vídeo de Shot In the Back Of the Head , realizado por David Linch.

Pelos vistos Moby continua a seguir a simplicidade e o formato animação para apresentar os vídeos de Wait For Me, havendo mesmo já personagens semelhantes, quer no vídeo que vou apresentar neste post, quer no que se seguirá,Study War, ainda em fase de divulgação.

Assim, o segundo vídeo que Moby dá a conhecer ao mundo, é o vídeo do primeiro single de Wait For Me, Pale Horses, realizado por  Elanna Allen, sua amiga. Este vídeo foi dado a conhecer no passado dia 28 de Maio.

A simplicidade do filme é arrebatadora, deslumbrante, quase irreal e cola na perfeição com a melodia (a cantora é Amelia Zirin Brown, também amiga de Moby) e a simplicidade da música.

 

O filme conquistou-me facilmente devido à minha paixão pela BD, pela simplicidade e, principalmente, por ter a minha lua num deslumbrante Quarto Minguante e, melhor que isso... por ter uma viagem à lua.

Existe um personagem meio terrestre meio alienígena e que está só! Depois de ter perdido a sua família, vagueia à procura de um novo rumo, na Terra. Quando chove, através da água, fonte de vida, desenha semelhantes com um dedo e que se desvanecem com o regresso dessa mesma chuva. Mas ele não desiste, não se dá por vencido e, com a mesma água, acaba por desenhar um amigo fiel... E depois, inspirado por esse novo amigo, mais resistente e leal, traça um comboio, o veículo mais improvável para uma viagem espacial... E de seguida, desenha um carril que atravessa montanhas, entrando por um túnel escuro. Aí, a luz ao fundo, é a luz da lua...

Sem medo, sobem os dois (Put me on the train, send me back to my home) e chegam à superfície lunar (delicioso o pormenor do contorno a amarelo), talvez à procura do que não encontraram aqui. Prossegue o desenho dos novos amigos, mas agora com uma nova matéria-prima; em vez da água da chuva, usada na Terra, agora o dedo é alimentado por uma espécie de lava amarela, o líquido que provoca a luz lunar, deitando por Terra a teoria de que a luz lunar é um simples reflexo da luz solar. Seja como for, o resultado é sempre o mesmo porque a chuva também os perseguiu. Por muito que queiramos mudar o nosso rumo, o nosso local de vida, se levarmos connosco todo o nosso pessimismo, a chuva que nos molha diariamente, nunca conseguiremos a ansiada mudança.

Em suma, um final à primeira vista bastante triste e deprimente (Looking at the places where all my family died) e que nos deve fazer pensar. 

Realce, como já disse, para a escolha do amarelo, com o branco e o preto. Fora da paisagem lunar, tudo o que é vida surge contornado a amarelo, a luz da lua. 

Se Shot In The Back Of the Head já revelava uma fragilidade imensa e alguns dos maiores medos da mente humana (I'd be shot in the back by my fears), encarnar Pale Horses é como entrar numa espécie de beco sem saída.

Este disco de Moby parece ser a banda-sonora ideal para quem, por mais que lute, por muito digno que seja, nunca é abandonado pelo infortúnio. Talvez seja a banda-sonora ideal para se bater no fundo e dar-se início à revolta...

Estou a gostar muito de descobrir esta nova faceta de Moby. Deixou de fazer música só para quem se diverte e voltou a querer ajudar todos aqueles que estão tristes ou se sentem sós, a conseguirem encontrar uma nova luz.

Wait For Me poderá vir a ser um excelente disco, mais um bom exemplo de como às vezes Music Provide Us The Light We Cannot Resist!

 

Put me on the train, send me back to my home
Couldn’t live without you when I tried to roam
Put me by the window, let me see outside
Looking at the places where all my family died

feeling:
music: Moby - Pale horses
tags:

autor stipe07 às 15:24
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Movies vs Muppets Mash-UP


 



O meu preferido....


























Quero saber qual é o teu favorito!!

feeling:
music: Viva la Vida - Coldplay
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autor stipe07 às 14:56
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Domingo, 21 de Junho de 2009

How To Be Dead vs Como Estar Vivo

Sei que às vezes sou repetitivo.... Falo sempre das mesmas bandas, do mesmo tipo de música, remeto-me ao que gosto e tirando uma ou outra curiosidade ou excepção, acabo por correr constamente o risco de voltar a escrever sobre algo ou alguém que já mencionei.

Hoje foi um dia bom; poderia muito bem não ter sido, mas foi! É nos dias iguais ou parecidos com os de hoje, aqueles em que se fica logo triste pela manhã, devido neste caso a um profundo sentimento da perca, mesmo de alguém desconhecido, que se dá real valor às pequenas coisas boas que acontecem.

E hoje , no final deste dia longo, fiquei de novo vicado em How To Be Dead. Ao escrever estas linhas ouço-a pela 13ª vez consecutiva...

Please don't go crazy, if I tell you the truth
No you don't know what happened
And you never will if
You don't listen to me while I talk to the wall
This blanket is freezing, it's been out in the hall
Where you've had me for hours
Till I'm sure what I want
But darling I want the same thing that I wanted before
So sweetheart tell me what's up I won't stop no way

Please keep your hands down
And stop raising your voice
It's hardly what I'd be doing if you gave me a choice
It's a simple suggestion can you give me sometime
So just say yes or no
Why can't you shoulder the blame
Coz both my shoulders are heavy
From the weight of us both
You're a big boy now so let's not talk about growth
You've not heard a single word I have said...
Oh, my God

Please take it easy it can't all be my fault
I haven't made half the mistakes
That you've listed so far
Oh baby let me explain something
It's all down to drugs
At least I remember taking them and not a lot else
It seems I've stepped over lines
You've drawn again and again
But if the ecstacy's in the wit is definitely out
Dr. Jekyll is wrestling Hyde for my pride

 

Como disse há dois dias atrás, devemos saborear com todas as células (...) um gesto de amor.  O amor faz-nos crescer, torna-nos muito maiores, mais grandes e mais bonitos.  

Rest In Peace GF...

 

feeling:
music: Snow Patrol - How To Be Dead
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autor stipe07 às 02:57
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Sábado, 20 de Junho de 2009

Matar Rommel - Steven Pressfield

 No Outono de 1942 as divisões hitlerianas tinham varrido quase por completo a Europa. A França rendeu-se. Churchill e os ingleses estão isolados na sua ilha. No Norte de África, Rommel está prestes a atingir o Egipto, o canal do Suez e os campos petrolíferos do Médio Oriente, essenciais para abastacer a Operação Barbarossa, o avanço militar mais audicioso até então da guerra moderna, a invasão da imensa Rússia de Estaline.

Neste momento de quase desespero para os aliados, a Inglaterra, apoiada por tropas neo-zelandesas e sul-africanas, entra em acção no teatro do guerra do norte de África e decide enviar uma pequena força para a retaguarda das linhas alemãs; objectivo - desferir um golpe que poderá travar o ímpeto do Afrika Korps, comandados pelo mais brilhante génio militar da história da II Guerra Mundial, Marechal Erwin Rommel (figura abaixo), que consistia no seu assassinato.

Este romance, escrito por Steven Pressfield, mistura ficção com realidade e baseado nos escritos de um elemento do Royal Armoured Corps, descreve as tácticas, o armamento e as capacidades exigidas ao combate no deserto em condições de extrema dureza, assim como a acção descrita acima. No fundo, conta a história de um "grupo de irmãos", da sua profunda camaradagem e da coragem de que deram provas ao longo de uma campanha que se revelou crucial para a vitória aliada.

Entretanto parece que vamos ter filme! Os direitos de adaptação deste livro foram recentemente adquiridos pela Disney e o filme conta com o argumento de Randall Wallece, que já conhecemos de Braveheart ou Pearl Harbor. Viciante!

 P.S. - Rest In Peace GF...

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autor stipe07 às 13:49
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

True Love Waits....

Nunca temos tempo para parar e pensar no que mais nos motiva a querer ser feliz e a lutar por este mundo. Perdemos a esmagadora maioria do nosso tempo consumidos nas obrigações do tempo que nos consome e se conta demasiado rápido. Adiamos repetidamente o que sabemos ser essencial, sobrevivemos na ilusão que já estar vivo nos faz bem e feliz e andamos demasiadamente crentes, conformados que amanhã tudo ficará melhor! Pensamos que se somos bons vai correr tudo bem ou, pior ainda, seguimos em frente, nem sempre de cabeça erguida, porque estamos esmagados num conformismo fétido que nos diz que não vale a pena insistir, que nunca alcançaremos o justo e merecido, sendo melhor deixar tudo como está, porque somos vivos, temos os bens materiais essenciais e um dia, como já disse, vai ficar tudo bem.

O amor é o sentimento maior, é a parte mais bonita de cada um de nós. Não é o lado mais frágil, só porque às vezes nos faz sofrer; é antes o lado mais poderoso porque nos leva a fazer o inexplicável; o amor é a veia motriz deste mundo, a única razão que considero plausível esperar e lutar até ao fim e nunca desistir, por maior que seja a dor e o embaraço que nos cause, nem que isso nos leve a abdicar de tudo  o resto que nos importa. É que não há maior sentimento de felicidade do que sentir o verdadeiro amor. E desafio que alguém me prove o contrário!

O amor faz-nos crescer, torna-nos muito maiores, mais grandes e mais bonitos!

Usufruir de um verdadeiro amor é sentir aquela ânsia sufocante de não ver os minutos a passar mas, ao mesmo tempo, querer que o relógio pare, por se saber que se vive um presente radioso, quando as manhãs são maravilhosas porque nos apercebemos da nossa realidade.

É  incrível como o amor  vira a nossa impaciência de pernas para o ar e dá-nos a serenidade que antes estava completamente esbatida. Por isso é que amar é também saber esperar, saborear os momentos de ausência, querer até, com alguma auto-malícia, prolongá-los, retardar o reencontro... É que quando ele sucede, sabemos sempre que as horas vão correr, que o tempo vai ser fugaz e esfumar-se sem saborearmos convenientemente a presença do outro, porque estamos demasiados ofuscados com a mesma e perdidos nos seus braços a deleitar o nosso sedento coração!

Esperar por um verdadeiro amor é ter de ser forte, muito forte e forte outra vez, é resistir a todas as adversidades, a múltiplas tentações que só nos trazem prazeres passageiros e vazios, bons no momento, mas embaraçosos e inócuos instantes depois. Viver uma aventura fugaz é tapar as feridas do nosso coração com pequenos remendos. Vivemos uma verdadeira aventura quando amamos com plenitude e usamos toda a nossa inteligência para conseguir surpreender o outro com algo novo e diferente todos os dias.

Ser grande e importante neste mundo, deixar uma pegada indelével, não significa termos de fazer algo que dê nome a uma rua, que baptize uma rotunda, um museu ou uma ponte. A marca indelével que deve ficar no dia em que partirmos é a marca do exemplo, o reflexo daquilo que fomos ao longo da nossa vida. Sermos maiores é, mais do que por aquilo que produzirmos e construirmos, sermos um dia lembrados pelo que amámos, pelo bem que fizemos e sermos recordados quando nos virem reflectidos nos nossos descendentes, que vivem orgulhosos do que testemunharam em nós enquanto cresceram.

A minha vontade de ser bem sucedido neste mundo, de encontrar o meu lugar, de deixar a minha pegada indelével, é ter a certeza que, quando tive a oportunidade de amar, não desperdicei essa benção, usufrui dela plenamente e fiz sorrir quem aceitou o meu amor.

A única coisa que me irrita no amor é não ter jeito nenhum para falar ou escrever sobre ele; por isso, prefiro canalizar as minhas capacidades e a minha inteligência para o seu usufruto.

Ao final do dia, fazendo a retrospectiva, devemos, além das obrigações que cumprimos, recordar vivamente tudo aquilo que fizemos por amor! Quer tenha sido a aquisição de um jipe verde, ou o simples carregar num botão de um electrodoméstico, devemos saborear com todas as células do nosso corpo esse momento que nos fez grandes e nobres, por ter sido um gesto de amor. 

Como disse no início, nunca temos tempo para parar e pensar no que mais nos motiva a querer ser feliz e a lutar por este mundo. Eu diria que deve ser um verdadeiro amor, demore o tempo que for preciso. E eu também diria que já o encontrei...

True Love Waits...

 

feeling:
music: Radiohead - True Love waits
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autor stipe07 às 17:01
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