Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

Editors – Magazine

Editors - Magazine

Finalmente In Dream, o aclamado álbum que os Editors de Tom Smith editaram em 2015, parece já ter sucessor. O sexto álbum de estúdio desta banda britânica oriunda de Birmingham irá ver a luz do dia a nove de março próximo à boleia da Play It Again Sam e chamar-se-à Violence.

Há alguns dias os Editors deram a conhecer juntamente com alguns detalhes deste seu novo trabalho uma canção intitulada Magazine, o primeiro single retirado desse novo alinhamento do quinteto. Já há também um vídeo disponível para este tema, realizado pelo iraniano Rahi Rezvani com quem os Editors tinham já trabalhado em In Dream. Sonoramente, Magazine é conduzida pela típica intensidade emocional da escrita de Tom Smith e pelo carisma do seu tímbre vocal grave único, ao qual se juntam as habituais guitarras angulares, sintetizadores progressivos e um baixo imponente, ou seja, aquelas que são, no fundo, as principais matrizes identitárias deste grupo que nunca tendo conseguido ser consensual no universo sonoro alternativo, apesar de The Back Room, o disco de estreia, ser, quanto a mim, um marco no género pós punk, parece apostada em se assumir definitivamente como um grupo de massas e deixar de vez o universo mainstream para fazer parte da primeira liga do campeonato mundial do indie rock. Confere...


autor stipe07 às 18:54
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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2018

Black Rebel Motorcycle Club – Wrong Creatures

Quatro anos depois de Specter At The Feast, os norte americanos Black Rebel Motorcycle Club (BRMC) de Peter Hayes, Robert Levon Been e Leah Shapiro, estão de regresso, à boleia da Vagrant Records, com Wrong Creatures, o oitavo disco de uma carreira de mais de década e meia de uma banda que se estreou em 2001 com um extraordinário homónimo e cujo conteúdo fez desta banda de São Francisco os potenciais salvadores do rock alternativo. Wrong Creatures foi produzido por Nick Launay (Yeah Yeah Yeahs, Arcade Fire, Nick Cave) e oferece-nos uns Black Rebel Motorcycle Club cientes não só do mundo em que vivem e das várias transformações que foram sucedendo nos últimos vinte anos, mas também das alterações estilísticas e de formação que moldaram a sobrevivência e o próprio crescimento de um projeto que se abastece de um espetro sonoro muito específico e com caraterísticas bastante vincadas.

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Ao longo destes mais de quinze anos, os Black Rebel Motorcycle Club talvez não tenham salvado o rock, mas há que ser justo e admitir que se tornaram numa das bandas essenciais deste género musical. Nos primeiros dez anos de existência, mesmo após a estreia e o similar Take Them On, On Your Own, quando infletiram um pouco no rumo e em Howl e quando abraçaram também a country e a folk, não deixaram nunca de perder a sua identidade, que apenas foi um pouco abalada com Baby 81 e The Effects of 333, os dois únicos álbuns dos Black Rebel Motorcycle Club que não me seduzem e que considero terem sido verdadeiros tiros ao lado na valiosa trajetória musical do grupo. Portanto, na primeira década de existência, os Black Rebel Motorcycle Club nem sempre cumpriram a ótima expetativa criada na estreia mas, em 2009, Beat the Devil's Tattoo voltou a colocar o percurso do grupo nos eixos e pessoalmente devolveu-me uma esperança que se confirmou ser justificada em Specter At The Feast, um trabalho muito marcado pela morte do pai de Robert, que também era um grande suporte da banda, e que voltou a colocar o trio num caminho certo, que agora se endireita definitivamente neste Wrong Creatures. De facto, este oitavo registo do grupo contém um alinhamento de canções que se assumem como uma espécie de fecho de um ciclo e um círculo, já que fazem os Black Rebel Motorcycle Club regressar finalmente aquela que é a sua verdadeira essência, um projeto criador de canções assumidamente introspetivas, nebulosas e viscerais, que além de se debruçarem sobre o quotidiano, estilisticamente se preocupam em colocar o puro rock negro e pesado em plano de assumido destaque.

Escuta-se DFF, um típico tema introdutório, com um baixo firme e constante e uma percurssão com uma cadência crescente que vai recebendo um riff subtil e percebe-se desde logo que há algo de falsamente novo na típica atmosfera sonora mais recente do grupo. Logo depois, com a toada lasciva e provocante de Spook e o fuzz rugoso e cerrado de King Of Bones, clarifica-se, definitivamente, o tal regresso auspicioso à linha de partida, um retrocesso feliz que Little Thing Gone Wild, um tema com traços de post punk e blues e que também abraça o noise rock e onde é perfeito o encontro entre a guitarra de Peter, o baixo de Robert e a forte percussão de Leah, reafirma, conferindo também um indispensável travo de diversidade e perspicácia melódica e instrumental ao disco, dentro dos limites bem definidos da filosofia sonora do mesmo. O clima delicado do hino retemperador Echo e, principalmente, a neblina de Haunt ajudam ainda mais a potenciar a heterogeneidade subtil do alinhamento, através de um blues tocado com mestria, um envolvente abraço do rock com a psicadelia etérea, feito com efeitos de guitarra melodicamente irrepreensíveis, sombrios e interessantes, um notável esforço para que haja novamente aquela luz que aqui brilha devido à interação brilhante entre a voz e a delicadeza da guitarra de Peter, mas também do modo como os Robert e Leah se dedicam de corpo e alma nos dois temas a utilizar o melhor da bateria e do baixo nas diferentes nuances sensitivas que ambos proporcionam.

Em Wrong Creatures há um claro entusiasmo no modo como as guitarras são tocadas e uma menor dose de experimentalismo é substituída pelo ruído direto e conciso, sem deixar de haver instantes de arrebatadora sedução que não ficam nada a dever a projetos que procuram tocar emocionalmente quem se predispõe a deixar-se envolver por canções pensadas para tocar no âmago de cada um de nós. É um disco que acaba por refletir um estado psíquico mais positivo de uma banda muito marcada por transformações e dissabores, mas que nunca deixou, ao longo da carreira, de tentar ser coerente no desejo de deixar, disco após disco, novas pistas para a salvação do rock. O resultado final algumas vezes não foi o melhor, mas essa nobre intenção sempre esteve presente na discografia dos Black Rebel Motorcycle Club e ganhou um novo vigor neste disco. Espero que aprecies a sugestão...

Black Rebel Motorcycle Club - Wrong Creatures

01. DFF
02. Spook
03. King Of Bones
04. Haunt
05. Echo
06. Ninth Configuration
07. Question Of Faith
08. Calling Them All Away
09. Little Thing Gone Wild
10. Circus Bazooko
11. Carried From The Start
12. All Rise


autor stipe07 às 18:40
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Sábado, 13 de Janeiro de 2018

Panda Bear – A Day With The Homies EP

Quem acompanha cuidadosamente e com particular devoção a carreira a solo de Noah Lennox, aka Panda Bear, um músico natural de Baltimore, no Maryland e com residência em Lisboa, compreende a necessidade que ele sente de propôr em cada novo disco algo que supere os limites da edição anterior. É como se, independente da pluralidade de acertos que caracterizavam o antecessor, o novo compêndio de canções que oferece tenha que transpôr barreiras e como se tudo o que fora antes construído se encaminhasse de alguma forma para o que ainda há-de vir, já que é frequente perceber que, entre tantas mudanças bruscas e nuances, é normal perceber que, para Bear, o que em outras épocas fora acústico, transformou-se depois em eletrónico, o ruidoso tornou-se melodioso e o que antes era experimental, estranhamente aproximou-se da pop. Agora, quase três anos depois do aclamado Panda Bear Meets The Grim Reaper, Lennox dá um novo significado a essa necessidade de superação e de evolução a cada disco no conteúdo de A Day With The Homes, um EP de cinco canções onde encontramos uma sequência de primorosas e ainda atrativas experimentações, com o nível de desordem sonora a mostrar-se sempre acessível ao ouvinte e o disco a fluir dentro de limites bem definidos.

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Neste A Day With The Homies as canções sucedem-se articuladas entre si e de forma homogénea, com cada uma, sem exceção, a contribuir para a criação de um bloco denso e criativo, cheio de marcas sonoras relacionadas com vozes convertidas em sons e letras que praticamente atuam de forma instrumental e onde tudo é dissolvido de forma homogénea. É a materialização de um universo muito próprio e algo peculiar e até colorido, uma impressão obtida logo noinício com a batida animada de Flight a surpreender pelo seu nível de humor e de acessibilidade.

O EP avança e quer no clima kraut algo subversivo de Parth Of The Math ou nos flashes e ruídos que correm impecavelmente atrás de uma percussão orgânica e bem vincada que, em Shepard Tone, nos faz transpor quase instantaneamente uma espécie de portal, para um universo de pendor mais psicadélico, escutamos dois temas com uma filosofia diferente e menos imediata do que a da canção incial e que nos deixam a impressão que Lennox quis, desta vez, trazer à tona sons, efeitos e melodias que estavam guardadas e à espera do momento certo para ganharem vida, porque o autor considerava que antes não se encaixavam no perfil sonoro dos seus alinhamentos, ou porque ainda não tinham sido objeto do trabalho de produção merecido. 

O ocaso do EP chega mais depressa do que gostaríamos com o clima etéreo de Noad To The Folks, canção onde as batidas sintéticas e repletas de efeitos maquinais, nunca se sobrepôem em demasiado ao restante conteúdo sonoro, assente em elementos minimalistas que vão sendo adicionados a um efeito aquático com um volume crescente e com um piscar de olhos sintético a sonoridades mais negras em Sunset, mais duas canções que justificam o modo como A Day With The Homies pode ser descrito como extraordinário. Naturalmente corajoso, complexo e encantador, além de não renegar a identidade sonora distinta de Panda Bear, ainda a eleva para um novo patamar de diferentes cenários e experiências instrumentais, onde exatidão e previsibilidade não são palavras que constem do dicionário sonoro desenvolvido dentro de uma ambientação essencialmente experimental, mas repleta de sensações únicas e que só ele consegue transmitir. Espero que aprecies a sugestão...

Panda Bear - A Day With The Homies

01. Flight
02. Part Of The Math
03. Shepard Tone
04. Nod To The Folks
05. Sunset


autor stipe07 às 16:44
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018

Fugly - Hit A Wall

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Pedro Feio, ou Jimmy, começou o projecto Fugly em 2015 quando se fartou de estar sempre atrás da mesa de mistura e começou a querer subir de vez em quando ao palco. Chamou Rafael Silver e, mais tarde, Nuno Loureiro para juntos formarem este grupo oriundo do Porto, que se estreou ainda esse ano com Morning After, um EP que já tem finalmente sucessor. O primeiro longa duração dos Fugly chama-se Millenial Shit, verá a luz do dia por intermédio da editora O Cão da Garagem e o tema homónimo foi o prmeiro single divulgado do registo, sendo agora a vez de já podermos escutar Hit A Wall, o tema arrebatador e frenético que abre o alinhamento do álbum, feito com uma voz gritante, guitarras a arranhar, baixo galopante e um comboio sem controlo que sai da bateria e já com direito a um excelente vídeo. Confere...

 


autor stipe07 às 12:26
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018

Jack White – Connected By Love

Jack White - Connected By Love - Respect Commander

Pouco antes do natal Jack White já tinha dado ndicações que poderia ter novidades para muito breve e na verdade parece que ele está de regresso aos discos em 2018. O seu novo trabalho irá chamar-se Boarding House Reach, será o sucessor do já longínquo Lazaretto e Connected By Love e Respect Commander são os dois temas novos divulgados desse disco.

Jack White apresentou os dois temas no programa Zane Lowe’s Beats 1 e colocou-as nas plataformas de audição digital habituais e para venda na Third Man Records, a sua própria editora. Em ambos, nomes como o percussionista Louis Cato, o baixista Charlotte Kemp Muhl, Neal Evans, John Scofield, Bobby Allende, Ann e Regina McCrary do trio gospel, McCrary Sisters fazem parte dos créditos. Confere Connected By Love...


autor stipe07 às 22:03
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018

Franz Ferdinand – Feel The Love Go

Franz Ferdinand - Feel The Love Go

Quatro anos depois de Right Thoughts, Right Words, Righ Action podemos novamente abrir alas para os jeans coçados escondidos no guarda fatos, sacar das t-shirts coloridas e pôr o congelador a bombar com cerveja e a churrasqueira a arder porque o velhinho rock n'roll feito sem grandes segredos, carregado de decibeis, que só os escoceses Franz Ferdinand sabem como replicar está de volta com Always Ascending, lá para o próximo mês de fevereiro.

Depois de termos escutado o single homónimo desse novo registo de originais dos Franz Ferdinand, em outono, agora chegou a vez de conferir Love To Go, mais um tema desse Always Ascending, uma nova espiral rugosa e dançante em que crescem guitarras e bateria e o pendor exaltante dos sintetizadores, num frenesim de dance post punk rock que irá certamente colocar novamente este grupo escocês em plano de destaque no universo sonoro indie em que se insere. Confere...


autor stipe07 às 17:27
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018

Máquina Del Amor - Disco

É em Braga e numa feliz simbiose entre elementos dos peixe:avião e dos Smix Smox Smux que se encontra a génese dos Máquina Del Amor, um quarteto que já carrega nos braços um fabuloso tomo de canções intitulado Disco. São oito temas impregnados com um rock cru, intenso e maquinal, um rock feito sem limites pré-definidos ou concessões a estreótipos de géneros e estilos e do qual exala uma salutar sensação intuitiva. Nela, improviso instrumental e sensibilidade melódica entrelaçam-se constantemente, sem cânones ou fronteiras rígidas e com uma ímpar homogeneidade, um coito desprovido de qualquer tipo de pudor entre o orgânico e o sintético, que acabou por resultar num registo desconcertante e inigualável no panorama sonoro nacional atual.

Resultado de imagem para Máquina Del Amor Disco

Logo no modo lascivo e de certo modo corrosivo como Karate aborda e conjuga efeitos etéreos, distorções rugosas e uma batida bastante proeminente percebe-se que este álbum não é para ser escutado por quem é adepto de ambientes sonoros mais amenos e delicados. Esta sonoridade algo psicótica não é propriamente confortável para o ouvido, mas esse acaba por ser, curiosamente, um dos maiores atributos destes Máquina Del Amor que, mesmo com essa permissa sempre presente, conseguem oferecer ao ouvinte instantes melódicos atrativos e que vagueiam pela nossa mente sem atropelo, alguns de um modo até tremendamente hipnótico, como é o caso de Mau ou o falso minimalismo coercivo de Carta de Amor e, de um modo ainda mais progressivo, Nova Antiga, composição onde a delicadeza emotiva nunca deixa de fazer mossa, mesmo que à medida que o tema se desenvolve, longos loopings sintetizados e riffs de guitarra alucinogénicos, façam a sua aparição sem qualquer tipo de mácula ou entrave.

Disco é rock puro e duro e que corta e rebarba de alto a baixo. Frenético, labiríntico, sufocante e cerebral, é capaz de nos levar do subsolo aos confins do universo num ápice, sendo proposto por um projeto que estará totalmente alheado, de forma consciente, do que são hoje os os habituais patamares de rugosidade instrumental e estilística de um campo sonoro que permite uma multiplicidade infinita de abordagens, mas que nem sempre aceita de bom grado a busca de atmosferas mais opressivas e desoladoras que o habitual, mesmo que isso seja apenas uma primeira impressão que pode até nem corresponder à real génese do trabalho. Espero que aprecies a sugestão...

 


autor stipe07 às 20:58
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018

MGMT - Hand It Over

MGMT - Hand It Over

Pouco mais de quatro anos depois de um homónimo, a dupla norte-americana MGMT formada por Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser, está prestes a regressar aos discos com Little Dark Age, o quarto trabalho destes já veteranos do indie rock psicadélico, que desde o espetacular disco de estreia Oracular Spectacular nos habituaram a uma espécie de rock psicadélico algures entre os Pink Floyd das décadas de sessenta e setenta e uns mais contemporâneos Flaming Lips, mas também com os olhos e ouvidos postos em projetos mais atuais e até, de algum modo, concorrentes.

Depois do ambiente sonoro algo cinzento e eminentemente sintético de Little Dark Age, a canção homónima do trabalho, divulgada em outubro último e dos sons poderosos que esculpiam When You Die, já é conhecido o terceiro single do disco. É uma canção intitulada Hand It Over e contém uma toada luminosa, cheia de sons etéreos e efeitos lisérgicos adornados por sintetizadores flutuantes e com direito a um video bastante curioso, comparável com uma pintura em movimento e realizado em parceria por Old Man Future e Shively Humperdink. Confere...


autor stipe07 às 17:59
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2018

Laura Marling – A Hard Rain’s A-Gonna Fall

Laura Marling -  A Hard Rain's A-Gonna Fall

A britânica Laura Marling editou na passada primavera Semper Femina, um excelente registo de indie folk que além de ter melhorado consideravelmente a sua já inatacável reputação como cantora e compositora, acabou por lhe valer comparações como nomes tão importantes como Joni Mitchell ou Patti Smith.

Agora, alguns meses depois, enquanto não anuncia um novo trabalho, terminou o ano de 2017 a divulgar uma cover de um clássico de Bob Dylan intitulado A Hard Rain’s A Gonna Fall. Na reinterpretação que concebeu do tema, não só fez juz à emotividade latente no original, como ampliou aquela curiosa sensação de otimismo que transparece do poema que dá vida ao tema. Confere...


autor stipe07 às 21:36
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018

Luke Sital-Singh – Thirteen

Luke Sital-Singh - Thirteen

Depois da edição de Time Is A Riddle, o se último álbum, Luke Sital-Singh fez as malas, pegou no passaporte e embarcou numa viagem solitária por vários destinos do mundo, durante a qual escutou uma banda-sonora muito pessoal, composta por temas e artistas da sua eleição.

Uma das canções presentes nesse alinhamento que Luke escutou nessa road trip sonora é Thirteen, um clássico original de 1972 dos Big Star, já revisitado por nomes tão proeminentes como os Wilco ou Elliot Smith e que acabou por ser também cantado por Luke, numa versão recentemente divulgada e que é fiel ao espírito intimista e profundamente reflexivo do músico e ao misticismo a à inocência que a própria canção, na sua génese, transborda, nomeadamente da sua letra. Confere... 


autor stipe07 às 17:31
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